Ibovespa bate nova mínima, com queda de 1,15%; IRB (IRBR3) despenca 14,3%

Joana Kurtz
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Crédito: Reprodução / Pixabay

O surto do coronavírus e todos os seus efeitos para a economia chinesa e em consequência para a economia mundial estão, mais uma vez nesta segunda-feira, derrubando a bolsa brasileira. O impacto está recaindo mais fortemente hoje sobre as empresas de commodities, como as de mineração e siderurgia.

Perto das 14h55, CSN (CSNA3) recuava 3,38%, Usiminas (USIM5) -1,04%; e Vale (VALE3), -0,94%. Também sofriam as ações ON (PETR3) e PN (PETR4) da Petrobras, com quedas de -1,30% e -0,28%, respectivamente.

A China já registrou 909 mortes em decorrência do vírus e tem 40.235 casos confirmados, de acordo com o governo chinês.

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O Ibovespa, às 15h, recuava 1,15%, aos 112.462 pontos.

Mas quem liderava as perdas da bolsa era o IRB (IRBR3), com queda de 14,34%, ainda envolvido na polêmica levantada pela Squadra, que questionou os números apresentados pela empresa. Em nova carta aos cotistas, a gestora rebateu argumentos citados pelo IRB nos últimos dias. Veja mais aqui.

Já as ações do setor bancário fazem um contraponto na bolsa e operam no terreno positivo. Itaú (ITUB4), +2,37%; Bradesco (BBDC4) e (BBDC3), +1,90% e +1,36%; Itausa Investimentos (ITSA4), +1,88%; Santander (SANB11), +1,67% estão entre as maiores altas.