Bolsa de valores opera em baixa, em linha com exterior

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.

Crédito: Divulgação

A bolsa de valores segue em baixa nesta sexta-feira (18), com Ibovespa registrando perda de 1,70%, aos
98.393,36 pontos às 15h30.

Ontem foi mais um dia de liquidação das big techs americanas, com Nasdaq caindo 1,27%, mas, no Brasil, o Ibovespa conseguiu se descolar de Nova York e fechou em alta de 0,42%, aos 100.097 pontos.

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que ajusta os aluguéis, subiu para 4,57% na segunda prévia de setembro. Na primeira prévia, a alta foi de 4,41%. Em julho, a leitura foi de 2,34%. Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 12,58% para 18,20%.

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Ações

Destaque para a Magazine Luiza (MGLU3), que irá propor em assembleia dos acionistas o desdobramento de suas ações na razão de 1 para 4 da mesma espécie. A finalidade da operação é “conferir melhor patamar para a cotação das ações a fim de torná-las mais acessível aos investidores”.

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Ferramenta ajuda na escolha de suas ações de acordo com balanços

Mais negociadas

Maiores altas

Maiores baixas

Exterior

Os mercados globais operam no negativo. O investidor acompanha o desempenho das ações de tecnologia hoje, de olho também nos números da Covid-19, que vêm aumentando. Os casos globais já ultrapassaram 30 milhões em todo o mundo, resultando em mais de 946 mil mortes.

A Organização Mundial de Saúde alertou para uma “situação muito grave” que está surgindo na Europa. Segundo o diretor da OMS na Europa, Hans Kluge, a transmissão do coronavírus em setembro está mais rápida que no início da pandemia.

Uma pesquisa da Reuters com economistas sugeriu que o ressurgimento de casos de coronavírus representam a maior ameaça à recuperação econômica da zona do euro, com  crescimento econômico e inflação mais propensos a apresentar surpresas negativas no próximo ano.

No Reino Unido, as vendas no varejo cresceram 2,8% em agosto, acima dos 1,4% de julho, mas abaixo da projeção do mercado, que era por leitura de 3%.

Nos EUA, o Índice de Confiança do Consumidor da Universidade de Michigan subiu para 78,9 pontos em setembro, acima da projeção de 75 e acima dos 74,1 de agosto.

Veja as cotações às 12h34:

Bolsa Nova York

  • S&P: -1,29%
  • Nasdaq: -1,44%
  • Dow Jones: -1,00%

Bolsa Europa

  • Dax, Alemanha: -0,35%
  • FTSE, Reino Unido: -0,38%
  • CAC, França: -1%
  • FTSE MIB, Itália: -0,91%
  • Stoxx 600: -0,50%

Bolsa Ásia

  • Nikkei, Japão: +0,18%
  • Xangai, China: +2,07%
  • HSI, Hong Kong: +0,47%
  • ASX 200, Austrália: -0,32%
  • Kospi, Coreia: +0,26%

Petróleo

  • WTI (outubro 2020): US$ 41,09 (+0,27%)
  • Brent (dezembro 2020): US$ 43,13 (-0,42%)

Ouro

  • Ouro futuro (dezembro 2020): US$ 1.957 a onça-troy (+0,37%)

Minério de ferro

  • Bolsa de Dalian, China: US$ 118,82 (+1,58%)