IBC-Br, prévia do PIB, recua 1,59% em março, com novos lockdowns, mas vem melhor que projeção

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Flickr

O Banco Central divulgou nesta quinta-feira (13) o IBC-Br, Índice de atividade econômica considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

Em março, o indicador recuou 1,59%, resultado bem melhor do que a queda de 3,3% projetada pelo mercado.

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Na comparação anual, com março de 2020, o índice subiu 6,26%, também acima da projeção de 5,9%.

No trimestre, há avanço de 2,3%. E, em 12 meses, queda de 3,37%.

O IBC-Br sinaliza mensalmente como será o desempenho do primeiro trimestre da economia brasileira – o dado oficial é divulgado trimestralmente pelo IBGE.

Cabe ressaltar que o mês de março registrou um novo lockdown. E, como mostram os dados do IBC-Br e também da última pesquisa do varejo, o impacto na atividade do país foi menor do que o aguardado pelo mercado.

Em fevereiro, o IBC-Br teve alta de 1,7%, bem acima do esperado pelo mercado, que era de alta de 0,5%. Em janeiro, a alta foi de 1,04%.

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