IBC-Br sobe 1,06% em agosto, abaixo das expectativas

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), teve alta de 1,06% em agosto, ante 2,15% de julho e 4,89% de junho.

O resultado veio abaixo da mediana de 1,70% aguardada pelo mercado. Ainda assim, marca a quarta recuperação seguida.

Na comparação com agosto de 2019, o indicador caiu 3,92%. No ano, o acumulado é de queda de 5,44%. Em 12 meses, queda de 3,09%.

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No trimestre até agosto, o IBC-Br acumula 5,94% de alta, na comparação com o trimestre anterior.

Na análise do BTG Pactual, a projeção era de aumento de 1,7% na comparação com o mês anterior. Já na comparação anual, a expectativa era de queda de 4,6%.

O resultado ficou aquém das expectativas do banco, mesmo com o forte avanço de todos os setores em agosto – serviços teve crescimento de 2,9%; vendas no varejo, de 3,4%; e indústria, de 3,2%.

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“Os resultados dos setores tendem a desacelerar. Para os próximos meses, ainda há muita incerteza, principalmente pela cautela dos consumidores, pelo cenário desafiador no mercado de trabalho e pela proximidade do fim do auxílio emergencial”, avaliam os economistas Álvaro Frasson e Luiza Paparounis.

IBC-Br

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