IBC-Br vem acima das expectativas, diz BTG Pactual

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), teve alta de 1,29% em setembro, com aceleração ante agosto (1,06%). Em julho, o avanço foi de 2,15% e, em junho, de 4,89%.

O resultado veio acima da projeção de 1% do mercado. E marca a quinta recuperação seguida do indicador.

Na comparação com setembro de 2019, o indicador caiu 0,77%. No ano, o acumulado é de queda de 4,93%. Em 12 meses, queda de 3,32%.

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No trimestre até setembro, o IBC-Br acumula 9,47% de alta.

Segundo o BTG Pactual, o resultado foi surpreendente, apesar da desaceleração na recuperação de todos os setores da economia de agosto para setembro. O setor de serviços recuou de 2,9% para 1,8%. As vendas no varejo, de 3,1% para 0,6%. E a indústria, de 3,6% para 2,6%.

“Com as medidas de isolamento social continuando a ser suspensas na maior parte do país, esperamos que os setores da economia continuem se recuperando e registrando resultados positivos. Para os próximos meses, ainda há muita incerteza. Principalmente pela cautela dos consumidores e pelo cenário desafiador no mercado de trabalho. E também pela proximidade do fim do auxílio emergencial”, pontua o banco em relatório.

IBC-Br

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