HSBC pessimista quanto à economia na zona do euro

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/iStock Photos

No último dia 3 de fevereiro, foi anunciado o Índice de Gerentes de Compras (PMI na sigla em inglês) da zona do euro de janeiro, que marcou 47,9 pontos, ainda em retração, mas com sinais de avanço em relação aos meses anteriores.

Apesar de esta ter sido a mais alta leitura desde abril de 2019, na análise do economista Fabio Balboni, do HSBC, o número indica um crescimento muito fraco.

Ele aponta como preocupante o fato do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) ter registrado apenas +0,1% no quarto trimestre, o menor já registrado em sete anos. Em sua avaliação, “com uma produção tão baixa, não é preciso muito para derrubar a zona do euro”, afirmou em nota, segundo reportagem da CNBC.

Para ele, quaisquer surpresas mínimas podem gerar impactos muito profundos na economia europeia, sendo o coronavírus uma delas, já que a China é o principal parceiro econômico da região.