B3 (B3SA3) ajusta pagamento de JCP; Hering (HGTX3) aprova JCP de R$ 35,341 mi

Felipe Moreira
Felipe Moreira é Graduado em Administração de empresas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 6 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
1

Crédito: Divulgação

A Hering (HGTX3) aprovou nesta terça-feira (30) o pagamento de juros sobre o capital próprio, no montante de R$ 35,3 milhões, correspondente a R$ 0,2196 por ação.

O valor pago em JCP será imputado ao valor do dividendo obrigatório do exercício social de 2020.

De acordo com a Hering, o pagamento será efetuado até o dia 31 de dezembro deste ano de 2020. A data será definida pela Administração da companhia, e não sofrerá atualização monetária.

Farão jus ao recebimento dos juros sobre o capital próprio os acionistas com posição acionária em 06 de julho de 2020.

A partir de 07 de julho de 2020 as ações serão negociadas na condição “ex” juros sobre o capital próprio.

B3 (B3SA3) ajusta JCP informado em 25 de junho

A B3 alterou o valor do JCP de R$ 0,14680257 para R$0,14679782 em função da alienação de ações em tesouraria para atender ao Plano de Concessão de Ações da Companhia.

Dessa forma, o valor líquido de JCP a ser pago é de R$0,12477814 por ação.

O pagamento será realizado em 07 de agosto de 2020, com base na posição acionária de hoje (30).

As ações da B3 passam a ser negociadas na condição “ex” JCP a partir de 01 de julho de 2020.

Energisa (ENGI11): Aneel aprovou aumento médio de tarifas de 7,17%

A Energisa comunicou que Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a 5ª revisão tarifária periódica da sua controlada Energisa Tocantins (ETO).

Conforme a Energisa, a nova tarifa será aplicada a partir de 04 de julho de 2020.

O efeito médio a ser percebido pelos consumidores em relação à tarifa atualmente praticada será um aumento de 7,17%.

A revisão tarifária periódica acontece a cada quatro anos. A Aneel recalcula os custos regulatórios passíveis de gerenciamento pela distribuidora (Parcela B); os custos não gerenciáveis (Parcela A), que englobam a energia comprada, o transporte da energia e os encargos setoriais; e os ajustes financeiros da Parcela A que são atualizados com base na variação de preços verificada nos doze meses anteriores.