Habitação pode ser um setor econômico beneficiado por coronavírus

Jéssica De Paula Alves
Jornalista e produtora de conteúdo
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Crédito: Queda na taxa de juros de financiamentos aqueceu o mercado imobiliário -Foto: Gazeta do Povo

De acordo com o site Marketwatch, a habitação responde por 15% da economia, mas sua importância pode ser mais fundamental que isso. Pois com a expansão do  coronavírus e o aumento do número de pacientes e mortes, os economistas reduziram drasticamente suas expectativas otimistas de crescimento global em 2020.

Mas entre as ansiedades, há um ponto positivo nos Estados Unidos, que pode ser imune às conseqüências desse vírus. Analistas dizem que o mercado imobiliário não é apenas o mercado doméstico.

Assim, a habitação também será suportada por custos de empréstimos incomumente baratos. Após anos de demanda reprimida e pelo setor de construção residencial. Assim pode finalmente ter descoberto como produzir eficientemente propriedades básicas.

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“Ano após ano, através de coisas como a crise da dívida na Grécia, tenho uma teoria de que os compradores de imóveis estão assustados e simplesmente ignoram as notícias”, disse Glenn Kelman, CEO da Redfin RDFN. Quem prevê taxas de juros mais altas e desafia o excepcionalismo americano. A economia dos EUA continua forte.

Lucros

Na teleconferência dos lucros da habitação no primeiro trimestre da semana passada, Kellman disse: O imóvel em questão são casas móveis. Essa situação pode mais tempo, porque a lei da oferta e demanda trabalha lentamente no setor imobiliário, segundo analistas.

Kelman disse ao MarketWatch que isso ajudou a expandir o que há muito tempo é um negócio sazonal. Compradores ansiosos estão pressionando cada vez mais a “temporada de vendas da primavera”. Os investidores podem começar a ler sobre este evento esta semana. Ele que trará o primeiro lançamento de moradias populares em 2020.

O Ministério do Comércio divulgará na quarta-feira (19) o número de novas casas abertas em janeiro e as autorizações solicitadas. Na sexta-feira (21), a Associação Nacional de Corretores de Imóveis divulgará em janeiro as vendas de casas pré-fabricadas, que representam cerca de 90% do mercado.