Varejista Guichard-Perrachon teve queda em suas ações

Paula Soares Amador
Colaboradora EQI
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Nesta Sexta-feira, a Guichard-Perrachon teve baixa em suas ações em meio a greve de transportes e previsão de redução de lucros por varejistas de alimentos.

Guichard-Perrachon, tem esperaça de que o lucro comercial suba. Segundo o diretor financeiro, o cassino está vendendo ativos com intuito de diminuir a dívida e fechando também lojas deficitárias. A Rallye, empresa controladora do cassino, não conseguiu incentivo para que pudesse ser feito o pagamento de dívidas que já existem há dez anos no valor de € 1,6 bilhões.

O donos dos títulos da Rallye vetaram um plano, que era o de distribuir pagamentos por mais de uma década. A reunião aconteceu na última Quinta-feira. Um tribunal de Paris colocou a controladora do cassino e suas holdings sob proteção de credores em Maio do ano passado. O objetivo era dar tempo para redução do monte de dívidas e proteger a empresa de um colapso.

Em Dezembro passado, o projeto de plano de pagamento foi finalizado, incluindo € 1,2 bilhões em empréstimos bancários contra ações do cassino. Essas ações seriam resgatadas até o anos de 2024.

Com os resultados negativos sobre a vida financeira da Rallye, as ações do cassino Guichard-Perrachon caíram em 13% antes de se acertar para diminuir 8,3%. Enquanto isso, a participação da Rallye caiu também 3,1%.

Futuro

O tribunal de Paris irá decidir futuramente sobre a estratégia de pagamento da dívida até o final do mês de Março. Porém, o sentimento negativo dos obrigacionistas aumentou, com relação as ações do cassino Guichard-Perrachon. A Rallye possui 57% das ações do cassino. A esperança do varejista é de que com o período de funcionamento maior e as máquinas de outo-checkou, as vendas deslanchem. Para os acionistas da empresa Rallye, as ações do cassino e as greves continuam sendo questões urgentes para a tomada de decisões.