Grupo Soma (SOMA3) recebe autorização do CADE para fusão com Hering (HGTX3)

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Foto: grupo soma

O Grupo Soma (SOMA3) comunicou nesta quinta-feira (1º) que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) publicou despacho aprovando sem restrições a combinação de negócios com a Hering (HGTX).

Nos termos da legislação aplicável, a decisão se tornará definitiva no prazo de 15 dias corridos a partir de sua publicação, não havendo recurso de terceiros ou avocação pelo Tribunal do CADE.

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Depois de negar oferta da Arezzo (ARZZ3), a Hering anunciou abril último a combinação com o Grupo Soma.

A fusão prevê a incorporação das ações da Hering por uma subsidiária do Grupo Soma, com emissão, em favor dos acionistas da empresa, de ações ordinárias e preferenciais resgatáveis – para cada ação ordinária de emissão da Hering, serão entregues 1 ação ordinária e 1 ação preferencial da nova companhia, que será posteriormente incorporada pelo Grupo Soma. Será pago aos acionistas da Hering R$ 9,630957 por ação ordinária mais 1,625107 ação ordinária da companhia.

Enquanto o Grupo Soma avaliou a Hering em R$ 5,1 bilhões, a oferta da Arrezo foi de R$ 3 bilhões. O valor total, portanto, é de R$ 3,64 bilhões em ações da Soma acrescido de R$ 1,5 bilhão em caixa. Os acionistas da Hering devem ficar com cerca de 34% da companhia combinada.

Yduqs (YDUQ3) conclui Aquisição da QConcursos

A Yduqs (YDUQ3) concluiu, através de sua subsidiária Athenas, a operação de compra da totalidade do capital social da QCX Serviços Educacionais Ltda., a Qconcursos.

A aquisição é transformacional para a história da Yduqs, segundo a própria empresa, “uma vez que possibilita a diversificação do seu portfólio e a oferta de produtos para pessoas em qualquer fase de vida ou trajetória acadêmica, em qualquer lugar do país”.

Além disso, segue a empresa, potencializa “seu ensino personalizado e de alta qualidade”, com a Yduqs aproveitando a “expertise e know-how da Qconcursos para despontar na liderança do ensino superior digital brasileiro”.

MRV (MRVE3) conclui venda de empreendimentos no sul da Flórida

A MRV (MRVE3) concluiu a venda dos empreendimentos Mangonia Lake e Lake Osborne, localizados no sul da Flórida, EUA, pelo Valor Geral de Venda (VGV) de US$ 78,5 milhões, representando um recebimento líquido de US$ 37 milhões, com lucro bruto de US$ 17,8 milhões.

O Lake Osborne foi vendido com com Cap Rate de 4,6% e Yield on Cost de 6,9%. Trata-se do segundo empreendimento construído pela AHS, sua subsidiária, em 2016. A AHS é uma construtora que atende as famílias da classe média norte-americana.

O Mangonia Lake foi vendido com Cap Rate de 4,5% e Yield on Cost de 5,6%. Foi construído em 2019, “como a primeira obra da AHS a utilizar a metodologia construtiva de Parede de Concreto com Fôrmas de Alumínio. Este empreendimento apresentou custo de construção acima dos patamares normais da AHS”, segundo a MRV.

Os empreendimentos vendidos fazem parte do grupo de oito à venda, que totalizam 1.661 unidades e US$ 365milhões de VGV, com margem bruta média de aproximadamente 28%.

São Carlos (SCAR3) conclui compra de Edificio Olympia Residence

A São Carlos (SCAR3) completou, em conjunto com a JFL, a aquisição de 100% do imóvel residencial Edifício Olympia Residence, localizado na Vila Olímpia, bairro nobre da capital paulista. O valor foi de R$ 109,5 milhões.

O operação aconteceu através da subsidiária GO850 Empreendimentos e Participações Ltda. A São Carlos detém 60% da GO850, enquanto a JFL possui participação de 40%.

É um empreendimento de alto padrão, entregue em 2014, com área privativa locável de 6.795 metros quadrados, distribuída em 136 unidades com 1 e 2 dormitórios.

A São Carlos informa que “continuará a investir nas suas duas outras plataformas de negócios, nas quais já está posicionada dentre as líderes nacionais: Office, de edifícios corporativos, e Best Center, de centros de conveniência”.

Copel (CPLE6) tem custo variável unitário (CVU) da Usina Termelétrica UTE Araucária revisado

A Companhia Paranaense de Energia, Copel (CPLE3 CPLE5 CPLE6 CPLE11) comunicou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) revisou o Custo Variável Unitário (CVU) da Usina Termelétrica UTE Araucária e determinou ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a aplicação dos novos valores.

Assim, o CVU com a inclusão dos custos fixos fica em R$ 1.138,07 por Megawatt-hora; a Parcela de custo fixo, em R$ 228,57/MWh; o CVU sem a inclusão dos custos fixos, em R$ 909,50/MWh; e o montante de geração necessário à recuperação dos custos fixos, de 584.796 MWh.

Gol (GOLL4) tem mudança acionária relevante

A Gol (GOLL4) recebeu correspondência da Capital International Investors (CII), informando que aumentou a participação que administra em ações preferenciais e American Depositary Receipts (ADRs) representativos de Ações PN da Gol.

A CII administrava 15.467.380 Ações PN GOLL4, correspondentes a 4,93% dessa espécie de ação e, em decorrência do aumento, passou a administrar um total de 15.912.380 ações, que representam 5,07% dessa espécie de ação.

Como de praxe, foi informado que trata-se de um investimento minoritário que não altera a composição do controle ou a estrutura administrativa da Gol.

BR Malls (BRML3) também tem alteração acionária relevante

Assim como a Gol, a BR Malls (BRML3) também informou o recebimento de correspondência alertando para alteração societária relevante.

Em 28 de junho último, o Morgan Stanley atingiu, de forma agregada, posição equivalente a 5,0% do número total de ações ordinárias da companhia brasileira.

A posição corresponde a ações ordinárias em American Depositary Receipts (ADRs), no total de 31.839.319 e Instrumento Financeiro Derivativo com previsão de Liquidação Física, na Posição Comprada, de 12.136.000.

Além disso, o Morgan Stanley, atingiu 6 milhões em Instrumento Financeiro Derivativo com previsão de Liquidação Física, na Posição Vendida, 606.200 em Instrumento Financeiro Derivativo com previsão de Liquidação Financeira, na Posição Comprada; e 178.700 em Instrumento Financeiro Derivativo com previsão de Liquidação Financeira, na Posição Vendida.

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