Greve dos caminhoneiros resulta em queda de 3,34% na economia brasileira

Patrícia Auth
Patrícia Auth é jornalista formada pela Univali de Itajaí/SC. Trabalhou em impressos, como o Jornal de Santa Catarina, e também, como repórter na Rede Record e RBS TV. É casada, mãe da Lívia e adoradora de boa música e gastronomia.Na equipe EuQueroInvestir, é responsável pela produção de vídeos, e também escreve e edita artigos para o site.Entre em contato com a Patrícia pelo e-mail: patricia.auth@euqueroinvestir.com

Crédito: Crédito da imagem: Rodolfo Buhrer

Como se esperava, a economia brasileira teve queda no mês de maio. Caiu 3,34% em relação ao mês anterior, refletindo os efeitos da greve dos caminhoneiros, que abalou, inclusive, a confiança de empresários e consumidores.

A queda deixou para trás a alta de 0,50% alcançada pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) em abril. Anteriormente, no mês de março, o avanço havia sido de 0,46%.

Se compararmos com maio de 2017, o IBC-Br baixou 2,90% neste ano. Porém, no acumulado dos últimos 12 meses, teve alta de 1,13%, segundo o Banco Central.

A greve dos caminhoneiros refletiu também nas previsões e expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2018, inclusive dentro do governo.

Conforme a pesquisa Focus do Banco Central, que foi divulgada na manhã desta segunda-feira (16), a projeção de avanço do PIB neste ano passou de 3% para 1,5%, metade do que era previsto poucos meses atrás.

O Ministério da Fazenda, que anteriormente também trabalhava com previsão de crescimento de 3%, agora calcula subida de 1,6% na economia brasileira para este ano.

[box type=”info” align=”” class=”” width=””]Para se chegar ao Índice de Atividade Econômica do Banco Central, são incorporadas projeções para os setores de serviço, agropecuária e indústria, assim como o impacto dos impostos sobre os produtos produzidos esses setores.[/box]

No mês de maio, a produção industrial caiu 10,9%. Foi a maior queda em quase uma década. Também em maio, o varejo teve a primeira baixa do ano e o setor de serviços contabilizou a pior queda dos últimos sete anos.

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