Governo estuda aumento na alíquota do IR para os mais ricos e a criação de um imposto único

Patrícia Auth
Patrícia Auth é jornalista formada pela Univali de Itajaí/SC. Trabalhou em impressos, como o Jornal de Santa Catarina, e também, como repórter na Rede Record e RBS TV. É casada, mãe da Lívia e adoradora de boa música e gastronomia.Na equipe EuQueroInvestir, é responsável pela produção de vídeos, e também escreve e edita artigos para o site.Entre em contato com a Patrícia pelo e-mail: patricia.auth@euqueroinvestir.com

Crédito: Crédito da imagem: Wilson Dias/Agência Brasil

A equipe do novo governo tem estudado a possibilidade de um aumento na alíquota do Imposto de Renda (IR) para as faixas mais altas do tributo. É o que disse Marcos Cintra, secretário especial da Receita Federal. Apesar de não ter dado detalhes acerca dessa mudança, ele confirmou que o assunto se encontra em discussão pela equipe econômica.

Crédito da imagem: Wilson Dias/Agência Brasil

Em declaração, Cintra apontou que o sistema tributário do país precisa de uma certa progressividade. Ele também explica que o governo não irá chegar ao extremo de implantar apenas uma alíquota e que poucas alíquotas são realmente adequadas.

[box type=”info” align=”” class=”” width=””]Essa progressividade tributária tem por característica a oneração dos mais ricos e a redução do peso dos impostos sobre os mais pobres. Hoje, quem recebe até R$ 1.903,98 por mês fica isento do IR, já quem recebe mais de R$ 4.664,68 paga 27,5%. Entre esses valores também há alíquotas de 7,5% e 15%.[/box]

Alíquotas

Além do aumento da alíquota do IR para quem ganha mais, Cintra apontou que é possível reduzir o IR para aqueles que possuem menor renda, além de aumentar a faixa de isenção do tributo. No entanto, o secretário destaca que a extensão desse benefício depende do ajuste fiscal que o governo precisa executar, pois não pode comprometer o caixa do governo.

Crédito da imagem: Reprodução/Internet

Sobre os demais tributos, Cintra explica que pretende criar um imposto único, mas apenas se essa medida estimular a progressividade do sistema tributário do país.

O secretário ainda diz que o imposto único pode incidir sobre as operações financeiras, algo semelhante ao que acontecia na antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). Essa tributação incidiria sobre o valor que é adicionado a uma mercadoria em cada etapa de sua produção, do comércio ou sobre o faturamento das empresas.

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[box type=”info” align=”” class=”” width=””]Cintra explica que o novo governo ainda analisa as diversas alternativas para a criação de um imposto único como o IVA (Imposto sobre Valor Agregado), o imposto sobre movimentação financeira e o imposto sobre faturamento. Contudo, ele aponta que antes de adotar qualquer medida, o governo precisa fazer uma “limpeza” no sistema tributário do país.[/box]

O secretário também afirmou que a nova equipe de governo trabalha com a expectativa de reduzir a carga tributária do país, que atingiu em 2017 o montante de 32,4% do PIB (Produto Interno Bruto).

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Além de comandar a Receita Federal, Cintra também ficou responsável por elaborar uma proposta de reforma tributária. Ele aponta que ainda analisa alternativas. Antes de fazer o envio de sua proposta, no entanto, o secretário explicou que será o Ministério da Economia o responsável em realizar a simplificação da tributação, isso com base em uma proposta elaborada ainda no governo anterior que visa unificar o PIS (Programa de Integração Social) e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).

Cintra afirma que a unificação desses tributos é um processo que deve ocorrer de forma paralela à reforma tributária.

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