Governo decide vender Correios; auxílio emergencial prorrogado, veja mais notícias

Matheus Gagliano
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O governo federal decidiu vender 100% dos Correios. Um projeto de lei deve ser aprovado até a semana que vem. Segundo matéria do jornal O Globo, as privatização da companhia seguirá rito diferente da venda da Eletrobras (ELET6).

A ideia é vender a empresa por inteiro, em um certame tradicional, com abertura de envelopes. A melhor proposta leva a companhia. Após a venda, a companhia postal passará a ficar sob a fiscalização das Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).

Auxílio emergencial é prorrogado por mais três meses

Pressionado por denúncias de corrupção, o presidente Jair Bolsonaro decidiu prorrogar o pagamento do auxílio emergencial por mais três meses. De acordo com matéria do Valor Econômico, o valor a ser pago deverá ser o mesmo do atual.

Quem mora sozinho, recebe R$ 150. Mães chefes de família, recebem R$ 375. Já os demais, recebem R$ 250. Para viabilizar essa nova rodada, o presidente solicitou ao congresso, um crédito extra de R$ 20 bilhões.

Prefeitos a favor do lockdown

De acordo com o Valor, uma pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CMN) mostrou que 1.625 cidades são a favor de novo lockdown, em caso de uma terceira onda da Covid-19.

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No entanto, a medida só é defendida em caso de continuação do pagamento do auxílio emergencial do governo.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, após o auxílio, o governo deverá anunciar o aumento do Bolsa Família.

TCU quer explicações sobre caso Covaxin

O Tribunal de Contas da União (TCU) pedirá ao Ministério da Saúde explicações sobre o porque a pasta cogitou pagar um valor 50% maior pela vacina Covaxin.

Segundo matéria do Valor Econômico, o ministro Benjamin Zymler solicitou ao ministério que envie toda a documentação referente ao acordo de compra.

Super-ricos têm isenção de 60% no imposto

A camada de maior poder aquisitivo da população, os chamados “super-ricos” possuem uma isenção de 60% no Imposto de Renda. De acordo com matéria do O Estado de S.Paulo, cálculo do economista Sergio Gobetti aponta que os demais contribuintes têm isenção de 25%.

O economista demonstrou que esses números refletem a isenção concedida na distribuição de lucros e dividendos de empresas. Ministério da Economia que impor uma taxa de 20% sobre os ganhos, mas há resistência dos empresários.