Governo chinês garante que outros fornecedores agrícolas não serão prejudicados por guerra comercial

Paulo Amaral
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Crédito: Andrew Harrer | Bloomberg | Getty Images

Liu-He, vice-premier da China, garantiu, em entrevista para o jornal estatal CCTV, que os outros países que fornecem commodities agrícolas para o país não serão prejudicados pelo acordo comercial recém-assinado com os Estados Unidos.

De acordo com a Fase Um do novo acordo, a China se dispôs a comprar, pelo menos, US$ 12,5 bilhões adicionais em produtos agrícolas dos norte-americanosa, além de mais US$ 19,5 bilhões a mais do que o nível de 2017 de US$ 24 bilhões no ano que vem.

Para cumprir a promessa de a guerra comercial “não afetar” os outros países que costumam fazer negócio com a China, no entanto, será necessária uma adequação por parte dos demais pleiteantes a fornecedores.

“O mercado da China é uma parte muito importante do mercado internacional agora. Não é como se qualquer país pudesse exportar tantos produtos quanto quiser. É preciso mostrar a competitividade do produto”, avisou Liu-He.

Até mesmo os Estados Unidos estariam inclusos nessa competitividade citada pelo vice-premier. Os norte-americanos competem com o Brasil pelo mercado de importação de soja e, de acordo com as declarações de Liu-He, a China vai “comprar produtos baseada em condições de mercado”.


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