Governo chinês admite falhas no combate ao coronavírus; número de vítimas passa de 400

Marcelo Hailer Sanchez
Jornalista, Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP) e Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Pesquisador em Inanna (NIP-PUC-SP). Trabalhei nas redações do Mix Brasil, Revista Junior, Revista A Capa e Revista Fórum. Também tenho trabalhos publicados no Observatório da Imprensa e revista Caros Amigos. Sou co-autor do livro "O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente" (AnnaBlume).
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Crédito: Wikimedia

Em comunicado oficial, o governo da China admitiu falhas em sua estratégia no combate ao coronavírus que, de acordo com último relatório oficial, já matou mais de 400 pessoas e infectou mais de 20 mil.

“Em resposta às deficiências, precisamos melhorar nosso sistema nacional de gerenciamento de emergências e melhorar nossas habilidades em lidar com tarefas urgentes e perigosas”, declarou o Comitê do Partido Comunista, uma das mais altas instâncias do partido.

A instância do Partido Comunista Chinês também declarou que também é preciso combater os mercados ilegais de animais selvagens. “É necessário fortalecer a supervisão, proibir e reprimir severamente os mercados e o comércio ilegal de animais silvestres”, pontuou o comitê.

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De acordo com o portal G1, a resposta do governo chinês surge após acusações de médicos chineses de que, ainda em 2019, já havia sinais de que se tratava de um “início de uma epidemia”. Um médico de Wuhan, que atentou para tal fato, foi censurado e orientado a parar com “atividade ilegal”.