Geraldo Alckmin afirma que seu vice não será de São Paulo e nem do PSDB

Na manhã desta segunda-feira (30), em um encontro com o empresariado de Belo Horizonte, o candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou que seu vice na disputa não deverá ser de São Paulo e nem de seu partido.

Patrícia Auth
Patrícia Auth é jornalista formada pela Univali de Itajaí/SC. Trabalhou em impressos, como o Jornal de Santa Catarina, e também, como repórter na Rede Record e RBS TV. É casada, mãe da Lívia e adoradora de boa música e gastronomia.Na equipe EuQueroInvestir, é responsável pela produção de vídeos, e também escreve e edita artigos para o site.Entre em contato com a Patrícia pelo e-mail: patricia.auth@euqueroinvestir.com

[box type=”info” align=”aligncenter” class=”” width=””]Para compor a chapa, Alckmin disse que busca alguém com perfil parecido com o dele, que defenda a eficiência e também a redução do Estado. No próximo sábado, dia 4, o PSDB fará a sua convenção e até lá, deve definir o nome do vice do tucano na corrida presidencial.[/box]

No evento em Belo Horizonte, Alckmin falou que o apoio do Centrão, confirmado na semana passada, dará a ele maior possibilidade de aprovar reformas, caso seja eleito. O, até então, pré-candidato, afirmou ainda que a “parceria” com os partidos que integram o Centrão é um marco em prol da conciliação de diversas forças.

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Alckmin chegou a comparar o “movimento de conciliação” com momentos históricos brasileiros. “Essa união se viu no período de redemocratização, após a Constituinte de 1988 e anos 90, durante o Plano Real.

Os empresários presentes no evento não pouparam o tucano e logo questionaram se essa união com o Centrão não poderá resultar em cobranças por cargos de estatais, caso Alckmin chegue ao Palácio do Planalto. Alckmin se mostrou firme ao responder que não existe pressão.

Do lado da iniciativa privada

Geraldo Alckmin falou que sua eleição representará “sinal verde” para a inciativa privada.

“O rumo certo na eleição refletirá na bolsa, que vai passar de cem mil pontos. Nós vamos suar a camisa, vai ter investimento. Aqui não tem mágica, tem trabalho”, afirmou o tucano.

O pré-candidato completou dizendo que os economistas de sua equipe trabalham para equacionar a dívida pública da União.

Falando em economia…

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Sobre os acordos comerciais

Alckmin disse que pretende levar adiante novos acordos comerciais, caso eleito. Isso, para que possa fortalecer o Mercosul e alavancar o quanto puder os acordos comerciais.

“Teremos uma ação de política externa bastante ativa”, conclui Alckmin, garantindo baixar o custo Brasil para dar mais competitividade a empresas que produzem no país.