Futuros de NY em alta, de olho nos balanços dos bancos e indicadores

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

Depois da tão aguardada assinatura do acordo comercial entre EUA e China, os Futuros de Nova York acordaram em alta na manhã desta quinta, 16.

O clima de otimismo permanece: pelos cálculos da CNBC, as exportações para a China devem subir para US$ 263 bilhões em 2020 para US$ 309 bilhões em 2021.

Hoje, as atenções estarão voltadas principalmente para a divulgação dos balanços do último trimestre de 2019 de Morgan Stanley, Banco de Nova York Mellon, Charles Schwab e a CSX.

Dados sobre vendas no varejo e pedidos de seguro desemprego também devem repercutir nas bolsas. Na madrugada, a China publica seu Produto Interno Bruto (PIB), o que interessa bastante ao novo parceiro comercial.

Às 6h20, S&P marcava +0,35%; Nasdaq, +0,47%; e Dow Jones, +0,33%.

Ásia

Na Ásia, Xangai teve perdas de 0,52%. Tóquio, Hong Kong e Seul tiveram ganhos.

“O acordo da Fase 1 foi assinado, e o aspecto mais positivo é que isso diminui substancialmente a incerteza sobre as relações comerciais EUA e China no curto prazo”, resumiu o chefe de estratégia do Mizuho Bank, Vishnu Varathan, em entrevista à CNBC.

Europa

Europa começou a quinta em alta, com ganhos na casa dos 0,30%, com exceção de Londres, que às 6h30 registrava uma pequena perda de 0,07%.