Futuros de NY começam a subir, Europa e Ásia seguem mistos nesta sexta

Osni Alves
Jornalista desde 2007. Passou por redações e empresas de comunicação em SC, RJ e MG. E-mail: oalvesj@gmail.com.
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Os Futuros de Nova York começaram a subir por volta das 7h desta sexta-feira (7), enquanto Europa e Ásia seguiam mistos. O Dow Jones subia 0,17%, o S&P 500 subia 0,18% e a Nasdaq subia 0,10%.

Na Europa, o DAX, da Alemanha, caía 0,29%, o FTSE 100, de Londres, subia 0,13%, e o CAC 40, da França, caía 0,12%. Já o FTSE MIB, da Itália, subia 0,60%, e o Stoxx600 caía 0,25%.

Na Ásia, o Nikkei, do Japão, caía 0,03%, o Shanghai, de Xangai, caía 0,18%, e o HSI, de Hong Kong, subia 1,82%. Já o ASX 200, da Austrália, subia 1,29%, e o Kospi, da Coréia do Sul, subia 1,18%.

Do lado das commodities, o petróleo tipo Brent subia 0,90%, cotado a US$ 82,73, e o tipo WTI subia 1,06%, cotado a US$ 80,30. Já o ouro subia 0,09%, cotado a US$ 1.790,80, e o minério subia 1,41%, cotado a US$ 112,78.

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ibovespa

O que tá rolando?

O indicador mais importante desta sexta é o relatório de folha de pagamento não agrícola, e o mercado estima que a economia tenha criado 422 mil empregos em dezembro, enquanto a taxa de desemprego deverá chegar a 4,1%.

Já os pedidos de seguro-desemprego semanais nos EUA totalizaram 207 mil na semana encerrada em 1º de janeiro, segundo o Departamento do Trabalho. A leitura foi superior aos 195 mil esperados.

Entretanto, o setor privado criou 807 mil empregos em dezembro, o que foi significativamente maior do que os 375 mil esperados.

Fed no radar

Tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, o investidor está atento à divulgação da ata da reunião de dezembro do Federal Reserve. Isso porque o banco central está pronto para reduzir sua ajuda econômica a um ritmo mais rápido do que havia sido previsto.

A tendência é a instituição comandada por Jerome Powell começar a aumentar as taxas de juros, visto que o banco central está cortando a quantidade de títulos que compra a cada mês. A estimativa é de que a redução leve a um enxugamento de quase US$ 9 trilhões em ativos.

Ásia

Em um movimento sem precedentes, a China finalizou a regulamentação que rege a maneira como as empresas de tecnologia podem usar algoritmos de recomendação, visando o segredo por trás do sucesso de muitos dos gigantes do país. A informação é da CNBC.

Acontece que estas regras foram lançadas pela primeira vez no ano passado, mas entrarão em vigor no dia 1º de março, enquanto Pequim continua seu esforço para tornar a regulamentação mais rígida no setor de tecnologia da China.

Vale ressaltar que os algoritmos são essenciais para a forma como muitas empresas de tecnologia operam – desde a recomendação de itens em aplicativos de e-commerce aos usuários até recomendações em feeds de mídia social.

Coronavírus

CEO da Moderna, Stephane Bancel disse ontem que a eficácia dos reforços contra a Covid-19 provavelmente diminuirá com o tempo, e as pessoas podem precisar de uma quarta dose no outono para aumentar sua proteção.

Para se ter ideia, no Brasil a expectativa de que o início de 2022, depois de dois anos de pandemia, seria o momento de volta mais maciça aos escritórios está sendo posta à prova pelo aumento das infecções por Covid-19 e de influenza.

De acordo com o Estadão, companhias de vários portes que estavam programando um retorno ao trabalho presencial nas próximas semanas estão revendo seus planos.

Brasil

No Brasil, o ministro Paulo Guedes (Economia) foi o titular de pasta de governo que mais viu verbas encolherem durante a tramitação do Orçamento de 2022. A informação é da Folha de S.Paulo.

Para a equipe do ministério da Economia, a tesourada de R$ 2,5 bilhões feita pelo Congresso pode comprometer atividades já neste primeiro semestre. Agora o time de Guedes tenta encontrar saídas para o problema.

Em relação à poupança, os saques em caderneta superaram os depósitos em R$ 35,49 bilhões em 2021, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) ontem.

Trata-se do primeiro resultado anual negativo desde 2016, quando a modalidade registrou retirada líquida de R$ 40,7 bilhões, conforme o jornalão.

No ano, os brasileiros depositaram R$ 3,4 trilhões e sacaram R$ 3,45 trilhões.

Ibovespa: empresas

O Ibovespa encerra a sessão do dia 6 em alta de 0,55%, aos 101.561,05 pontos, e o dólar à vista em queda de 0,56%, cotado em R$ 5,6800.

  • Confira as 3 maiores altas do dia 6:

📈#BRFS3  +7,05%  (R$ 24,30)

📈#LREN3  +5,12%  (R$ 22,80)

📈#HAPV3  +3,74%  (R$ 9,71)

  • Confira as 3 maiores baixas do dia 6:

📉#POSI3  -5,31%  (R$ 8,56)

📉#VIIA3 -4,60%  (R$ 4,36)

📉#PCAR3   -3,77%  (R$ 19,42)

Mercados de Nova York

  • Dow Jones: +0,17%
  • S&P: +0,18%
  • Nasdaq: +0,10%

Mercados Europa

  • DAX, Alemanha: -0,29%
  • FTSE, Reino Unido: +0,13%
  • CAC, França: -0,12%
  • FTSE MIB, Itália: +0,60%
  • Stoxx 600: -0,25%

Mercados Ásia

  • Nikkei, Japão: -0,03%
  • Xangai, China: -0,18%
  • HSI, Hong Kong: +1,82%
  • ASX 200, Austrália: +1,29%
  • Kospi, Coreia: +1,18%

Petróleo

  • Brent (dezembro 2021): US$ 82,73 (+0,90%)
  • WTI (novembro 2021): US$ 80,30 (+1,06%)

Ouro

  • Ouro futuro (dezembro 2021): US$ 1.790,80 (+0,09%)

Minério de ferro

  • Bolsa de Dalian: US$ 112,78 (+1,41%)