Fundos imobiliários: recorde de ofertas e investidores

Isadora Giaretta Gonzaga
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução/ Freepik

Com os seguidos cortes na Taxa Selic, os investimentos têm migrado para opções com possibilidades de ganhos maiores. Os Fundos Imobiliários são uma prova dissoo mercado já atingiu recorde de ofertas e investidores neste ano.

Os Fundos Imobiliários são os conjuntos  de investidores que aplicam recursos para compra ou construção de imóveis para aluguel. Ou seja, o investidor compra cotas de participação em um imóvel e lucra com o valor do aluguel.

Faltando pouco menos de seis semanas para o final do ano, as ofertas do mercado de fundos imobiliários já chegam à casa de 14 bilhões de reais, de acordo com a Bolsa de Valores.

A recuperação do mercado imobiliário, após uma crise que durou oito anos, também ajuda a aquecer o setor. Até setembro o volume de recursos captados em ofertas públicas superou toda captação feita em 2018.

Além disso, há  ainda outras 15 ofertas que estão sendo analisadas pela Comissão de Valores Mobiliários. Se confirmadas, todas as ofertas têm um potencial de captarem mais 5 bilhões de reais.

 

Alta nos FII’s

Os FII’s são divididos em setores de atuação. Por exemplofundos que investem em imóveis corporativos ou condomínios industriais.

Os Fundos Imobiliários são uma forma de movimentar o setor da construção civil no país, uma  vez que uma série de imóveis é financiado com os recursos dos fundos. E com a menor taxa base de juros da história, muitos investidores veem uma maior possibilidades de ganhos nos fundos imobiliários que na renda fixa.

Até o momento, 3,1 bilhões de reais já foram captados para fundos imobiliários de “papel” em 2019. Isto é, fundos que investem em ativos como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras Hipotecárias (LHs). Eles são conhecidos como fundos de “papéis” por não possuírem imóveis. Por enquanto, os fundos imobiliários de papel foram os que mais captaram recursos.

Os Fundos de Imóveis Logísticos estão em segundo lugar, com 2,5 bilhões captados neste ano. Esse tipo de fundo investe em galpões industriais para empresas de logísticas, por exemplo. A valorização e crescimento das empresas de Varejo e Logística – Magazine Luiza e Amazon são exemplos- ajudou a aumentar a lucratividade de fundos que atendem o setor.

A recuperação econômica do país também tem contribuído para os bons resultados dos Fundos Imobiliários. O IFIX, índice que acompanha a valorização dos principais Fundos de Investimentos em Imóveis, já acumula uma alta de 15%, em 2019.

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Boom dos Fundos Imobiliários

Em pouco mais de um ano, o número de cotistas em Fundos Imobiliários aumentou em 2,5 vezes. Hoje, são pouco mais de um milhão de investidores, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro  e de Capitais (Anbima). As vantagens desse tipo de investimento explicam parte desse boom dos FII’s.

Os atrativos dos Fundos Imobiliários são muitos. Ter um imóvel para viver da renda do aluguel faz parte do imaginário de muitos brasileiros e, com certeza, ter uma parcela de um imóvel é algo que atrai investidores.

A liquidez de um Fundo Imobiliário é muito maior que um imóvel tradicional, por exemplo. Muitos imóveis tradicionais ficam meses esperando um lance para venda. Em um FII, as cotas são muito mais fáceis de serem vendidas.

Mas os atrativos vão além. Nos dividendos mensais, parte do lucro  com os aluguéis, são isentos de imposto de renda. Diferente do aluguel de imóveis tradicionais que pagam IR.

Outro ponto que explica o crescimento dos FII’s é a possibilidade de diversificação. Os fundos costumam investir em diferentes imóveis e alugam para muitas empresas. Caso algum imóvel fique desocupado ou com o aluguel atrasado, os prejuízos podem ser cobertos com o lucro de outros aluguéis.

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