Focus eleva projeção de inflação, dólar e Selic, mas reduz PIB

Felipe Moreira
Editor na EuQueroInvestir, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional.
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Crédito: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O boletim Focus, do Banco Central, elevou as projeções para o dólar, inflação e a taxa Selic em 2021. Por outro lado, reduziu a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB).

Com relação à inflação, o boletim desta semana elevou a projeção para 7,27%, frente a 7,58% da semana passada. Há quatro semanas a projeção era de 6,88%.

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Para o PIB, a estimativa foi revista para baixo, em 5,15%, contra 5,15% da semana passada. Há quatro semanas, a pesquisa de mercado esperava um crescimento de 5,30% para este ano.

Já com relação ao dólar, foi elevada a projeção de R$ 5,15 da semana passada para R$ 5,17. Ao passo que há quatro semanas era de R$ 5,10.

Por fim, a estimativa da Selic passou de 7,50% para 7,63% ao ano para o fim de 2021. Há quatro semanas, a estimativa da taxa era de 7,25%.

Focus em 2022, 2023 e 2024

Para o ano que vem também foi elevada a projeção de inflação e reduzida as estimativas do PIB.

Com relação à inflação, o boletim traz uma projeção de 3,98%, contra 3,95% da semana passada. Há quatro semanas, o mercado projetava uma inflação a 3,84% para 2022. Para 2023 e 2024, foram mantidas as projeções, em 3,23% e 3%, respectivamente.

Para o PIB de 2022, foi reduzida a estimativa em 1,93%, frente a 2,00% da semana passada. Há quatro semanas, a estimativa de mercado era de 2,10%. Para 2023 e 2024, foram mantidas as projeções de 2,50% para ambos os anos.

Já com relação ao dólar em 2022, foi mantida a projeção de R$ 5,20, que também é a mesma de quatro semanas atrás. Para 2023, foi revista para baixo esta projeção, em R$ 5,00, frente a R$ 5,05 da semana anterior. Para 2024, foi mantido o dólar a R$ 5.

Por fim, com relação à taxa Selic em 2022, foi mantida a projeção de 7,75% da semana passada. Há quatro semanas, era esperada uma taxa de 7,25%. Para 2023 e 2024, foram mantidas as projeções, de 6,50% para ambos os anos.