Fleury (FLRY3) e AES Brasil (AESB3) concluem aquisições

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)
1

Crédito: Fleury

O Fleury (FLRY3) informa que, por meio de sua subsidiária integral, o Fleury Centro de Procedimentos Médicos Avançados, fechou a operação de aquisição de 80% das ações de emissão das seguintes companhias: Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha, Instituto de Oftalmologia 9 de Julho e Centro Avançado de Oftalmologia.

A Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha é, segundo o Fleury, “um dos mais tradicionais centros de oftalmologia do Estado de São Paulo, atualmente na quarta geração de oftalmologistas, com 80 anos de história marcados pela excelência médica e qualidade no atendimento”.

Simule seus investimentos com um especialista e confira as melhores opções de acordo com seu perfil

A receita bruta estimada da Clínica, nos 12 meses findos em março de 2020, atingiu R$ 37,8 milhões.

Por ela, a Fleury pagará o valor de R$ 29,5 milhões.

“Essas iniciativas contribuem diretamente para que as pessoas recebam cuidado coordenado de sua saúde, além de gerar maior sustentabilidade ao sistema com a otimização dos recursos”, disse a empresa, em fato relevante divulgado ao mercado.

AES Brasil (AESB3) fecha aquisição do complexos eólicos

A AES Brasil (AESB3), controladora direta da AES Tietê, comunica que adquiriu a totalidade das ações representativas do capital social das sociedades de propósito específico (SPEs) que compõem o Complexo Eólico MS e o Complexo Eólico Santos.

Os complexos pertenciam à Cubico Brasil S.A. O valor total da operação foi de R$ 772 milhões, que será, segundo a AES Brasil, ajustado conforme a variação de capital de giro e dívida líquida do projeto em relação ao balanço-base da transação.

Esse montante é composto, de acordo com a companhia:

  • pelo pagamento de R$ 589 milhões;
  • pela dívida líquida do projeto de R$ 183 milhões (data base 30 de abril de 2021), assumida pela companhia.

Os complexos ficam em dois sites na costa dos Estados do Rio Grande do Norte e do Ceará, uma das regiões mais privilegiadas em recursos eólicos do país, passando a agregar 158,5MW de capacidade instalada ao portfólio da AES Tietê.

Em operação desde 2013, o projeto está 100% contratado no mercado regulado (LER 2009 e LEN 2011) por um prazo de 20 anos, a um preço de R$ 226,81/MWh1.

Com a conclusão da operação, a AES Brasil passará a contar com uma capacidade instalada de 4,2GW do seu portfólio 100% renovável.

Aprovações aplicáveis

A AES Tietê afirma, em nota, que convocará, caso necessário, “uma assembleia geral extraordinária de acionistas para a ratificação da operação, assim que for finalizado o laudo de avaliação preparado por uma consultoria especializada confirmando a sua necessidade.”

br Malls (BRML3) tem alteração acionária

A br Malls (BRML3) informou que o Morgan Stanley atingiu, de forma agregada, posição equivalente a 5,0% do número total de ações ordinárias da companhia.

A posição corresponde, segundo a companhia, a 31.124.140 ações ordinárias de American Depositary Receipts (ADRs); e o instrumento financeiro derivativo com previsão de liquidação física inclui posição comprada de 12.953.500 ações.

Além disso, o Morgan Stanley atingiu a seguinte exposição:

  • Instrumento Financeiro Derivativo com previsão de Liquidação Física –Posição Vendida: 11.897.500;
  • Instrumento Financeiro Derivativo com previsão de Liquidação Financeira –Posição Comprada: 69.600;
  • Instrumento Financeiro Derivativo com previsão de Liquidação Financeira –Posição Vendida: 689.800

 

 

Cases da Bolsa

Aprenda análise fundamentalista de ações na prática, com maiores cases já criados na B3