FII: VVILG11 ingressa na carteira da BB e GGRC11 fica de fora; veja a lista

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: VILG11 entra na carteira da BB

O Banco do Brasil Investimentos (BB) divulgou sua carteira recomendada de Fundos de Investimentos Imobiliários nesta terça-feira (7).

O fundo Vinci Logística (VILG11) entrou no lugar do GGR Copevi Renda (GGRC11).

O objetivo é ampliar o potencial de retorno da carteira para os próximos meses

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Emissão de cotas

Como o VILG11 acabou de anunciar a 5ª emissão de cotas no último dia 3 de julho, a queda recente no papel surgiu uma oportunidade de entrada ainda melhor, na avaliação do BB.

“O HFOF11 e BCRI11 também estão conduzindo novas emissões. E os preços de subscrição são extremamente atrativos para os cotistas que já possuem posição nesses ativos”, dizem os analistas.

Assim, a nova carteira recomendada continua sendo composta por fundos que apresentam resiliência e menor risco de perda de patrimônio.

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O BB recomenda uma carteira diversificada com exposição em fundos de papéis, FOF, ativos de varejo e logística.

Assim, a carteira de junho é composta por: BC Fund (BRCR11), Hedge Top FOFII 3 (HFOF11), CHSG Renda Urbana (HGRU11), Vinci Logística (VILG11), XP Log (XPLG11), Banestes Recebíveis Imobiliários (BCRI11), Iridium Recebíveis Imobiliários (IRDM11) e UBS (BR) Recebíveis (UBSR11).

Otimismo continua, diz BB

Segundo os analistas do BB, no mês de junho a continuidade do movimento de liquidez proporcionado pelos Bancos Centrais, a reabertura parcial das economias e a nova queda na taxa de juros doméstica em 0,75 p.p. para 2,25% a.a., renovando a mínima histórica, continuaram a impulsionar a bolsa, que fechou o mês com alta de 8,8%.

O IFIX também avançou e encerrou o período com valorização de 5,6%, aos 2.806 pontos.

O excesso de liquidez e menor nível histórico de juros mantêm sustentando o Ibovespa nos atuais patamares, diz o BB.

Migração

“O nível atual continua estimulando a migração de investidores pessoa física para a bolsa”, diz o relatório. ”

Assim, isso fez também com que o Ibovespa se elevasse em torno de 60% desde a mínima do ano em março, dado que a menor taxa de juros leva à reprecificação dos ativos”, acrescenta.

Por fim, o sentimento é de otimismo com o mercado de Fundos Imobiliários. Mesmo considerando que as perspectivas de retomada econômica não mudaram na mesma velocidade da alta da bolsa.