FGV divulga resultado dos índices de confiança

Filipe Teixeira
Filipe Teixeira é redator do Portal EuQueroInvestir. Gremista, filho dos anos 80, apaixonado por filmes, música, política e economia.É também Coordenador da área de Marketing do EuQueroInvestir.com e do EuQueroInvestir A.A.I assessores de investimentos.Me envie um e-mail: filipe.teixeira@euqueroinvestir.com Ou então uma mensagem por WhatsApp: (51) 98128-5585 Instagram: filipe_st
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Foto: capa-img

A previsão de recuperação econômica prevista para 2018, tem se confirmado neste mês de janeiro. É o que aponta o recente estudo da Federação Getúlio Vargas (FGV), que mediu os índices de confiança dos segmentos de serviços, comércio, indústria e construção.

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O resultado destes estudos, deve impactar diretamente na melhora dos índices de emprego já no curto prazo. Confira abaixo os resultados de cada segmento.

ICS – Índice de Confiança de Serviços

O ICS, avançou 2,4 pontos em janeiro de 2018, atingindo os 91,8 pontos. Com este resultado, o índice bate em seu maior nível desde julho de 2014 (92,4 pontos).

“A alta da confiança de Serviços em janeiro decorre de avaliações mais positivas tanto em relação ao período corrente quanto das perspectivas de curto prazo. A melhora na margem ganha ainda maior relevância por sua reverberação entre os diversos segmentos do setor. Esta maior convergência das avaliações dos empresários reforça o cenário de continuidade da recuperação da economia nos próximos meses”, afirma Itaiguara Bezerra, economista do FGV IBRE.

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O avanço do índice de confiança, impactou nove das 13 principais atividades pesquisadas e foi influenciado tanto por indicadores da situação atual quanto pelos de expectativas.

ICOM – Índice de Confiança do Comércio

Já o Índice de Confiança do Comércio (ICOM) avançou 0,2 ponto em janeiro, chegando na casa dos 95,1 pontos, maior nível desde julho de 2014 (95,4) igualmente ao ICS. Considerando-se períodos trimestrais, o índice subiu pelo quinto mês consecutivo (0,9 ponto).

“A alta do ICOM em janeiro foi influenciada pela melhora dos indicadores que medem a satisfação com a situação atual, que vem sendo sustentada por fatores como a inflação baixa, recuperação gradual do mercado de trabalho e evolução da confiança dos consumidores. A queda pontual das expectativas sugere ainda certa cautela em relação aos meses seguintes, mostrando que a recuperação ainda deve continuar ocorrendo de maneira gradual neste primeiro trimestre”, avalia Rodolpho Tobler, Coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE.

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A alta do ICOM foi verificada em 11 dos 13 segmentos pesquisados sendo fator determinante para sua melhora, o Índice de Situação Atual (ISA-COM), que avançou 2,4 pontos, atingindo 88,0 pontos.

ICST – Índice de Confiança da Construção

Seguindo no campo das boas notícias, o ICST subiu 1,5 ponto em janeiro de 2018, atingindo os 82,6 pontos, o maior nível desde janeiro de 2015 (85,4 pontos).

“A alta da confiança dos empresários da Construção em janeiro pode ser vista como uma promissora indicação do desempenho setorial nos próximos meses. Ela traz indícios, por exemplo, de retomada da atividade nos últimos meses. Mas é especialmente a evolução do indicador de emprego previsto que traduz bem a melhora do ambiente setorial presente e o avanço do otimismo em relação ao futuro. Por outro lado, para deixar claro que a retomada continua lenta, o indicador que capta a percepção em relação à carteira de contratos caiu na comparação com o mês anterior e está a poucos pontos de distância do patamar observado no ano passado”, destacou, Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE.

A alta do ICST se deu exclusivamente às perspectivas de curto prazo do empresariado: o Índice de Expectativas (IE-CST) avançou 3,3 pontos, atingindo 95,9 pontos.

Os dois quesitos que compõem o subíndice cresceram, com destaque para o indicador que mede o otimismo com a situação dos negócios nos seis meses seguintes, que variou 5,0 pontos na margem, para 98,2 pontos.

ICI – Índice de Confiança da Indústria

Na indústria, o ICI fechou janeiro em 99,4 pontos, estável em relação ao mês de dezembro, quando havia registrado o maior percentual desde janeiro de 2014 (99,6).

Na métrica de médias trimestrais, o ICI manteve a tendência de alta, ao avançar 1,2 ponto, para 98,8 pontos.

“A estabilidade do ICI em janeiro resulta de movimentos de melhora das avaliações do setor sobre a situação atual, piora das expectativas e estabilidade do nível de utilização da capacidade instalada. Essa combinação mostra que, apesar da evolução favorável dos meses anteriores, o ainda elevado grau de incerteza econômica torna o setor inseguro quanto à velocidade de recuperação da economia nos próximos meses”, afirma Tabi Thuler Santos, coordenadora da Sondagem da Indústria do FGV IBRE.

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Mesmo não registrando alta como os índices anteriores, é importante salientar que 12 dos 19 segmentos industriais apresentaram alta.

O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 2,4 pontos, para 100,9 pontos, o maior desde setembro de 2013 (102,4) enquanto o Índice de Expectativas (IE), caiu 2,4 pontos, para 98,0 pontos, mesmo nível de novembro de 2017.

É cedo para comemorar?

Obviamente, é preciso muita calma nesta hora. Não nos esqueçamos de nosso cenário político extremamente frágil e o quanto ele, infelizmente, costuma refletir em nossa economia.

Por outro lado, a divulgação destes índices aliado ao recorde negativo do IPCA e a taxa de juros básica mais baixa de nossa história, são sim, boas razões para comemorar (principalmente se levarmos em conta o quadro recessivo em que vivíamos há não muito tempo atrás).

É preciso seguir em frente, avançando paulatinamente em cada indicador. Lembre-se: A crise não chegou de uma hora para outra e sim resultado de uma série de medidas esdrúxulas e populistas, feitas com um dinheiro que não existia.

A recuperação levará igual tempo, ou mais. A boa notícia é que os eventos estão soprando a favor e as velas parecem ajustadas.

O que fazer agora

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