Famílias ricas da China acumulam fortuna imobiliária, mostra relatório

Sabrina Oliveira
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Foto: Reprodução/xb100 / Freepik

Um estudo de co-autoria do UBS mostra que as famílias ricas da China têm duas vezes mais chances de acumular riqueza por meio de investimentos imobiliários. Quase 30% dos entrevistados disseram que a riqueza de suas famílias vem de propriedades, seguida por bens e serviços industriais e discricionários e também aos ‘family office’, – escritório familiar, em tradução literal.  As informações são da Bloomberg.

De acordo com o relatório, o conceito de family office se concentra na proteção do patrimônio e no planejamento de sucessão, e é relativamente novo na China em comparação com outras partes da Ásia, onde famílias ricas na Europa, Estados Unidos e Ásia, onde há muito tempo usam empresas privadas para gerenciar decisões de investimento e gerenciamento de patrimônio.

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Segundo o relatório divulgado pelos bilionários UBS/PwC em novembro de 2019, embora a riqueza total dos bilionários chineses do continente caiu 12% em 2018, para US$ 982,4 bilhões, está crescendo rapidamente que em outras regiões. Para aproximadamente 30% do clã, a principal ferramenta de gerenciamento de ativos são os family office, enquanto aproximadamente 16% dos ativos são gerenciados por meio de vários multi-family offices.

O relatório foi realizado em colaboração com os consultores da AVIC Trust, Campton Wealth e FOTT, e também descobriu que a idade média responsável por essa geração na China é atualmente de 55 anos e o patrimônio líquido médio dos participantes no relatório é de US$ 943. Preservar a riqueza é a principal motivação para estabelecer ou se tornar um family office.

Embora os autores do estudo não tenham estimado o tamanho da atual fusão dos escritórios familiares chineses, o fundador do FOTT, com sede em Pequim, Fan Tiefen, disse que o total de ativos sob gestão, pode chegar a R$9 trilhões nos próximos dez anos.