Exportação de soja para a China pode cair pela metade em janeiro

Suelen de Paula
Jornalista e escritora. Apaixonada por livros, filmes, cultura, e, surpreendemente, maravilhada pelo mundo do agronegócio também.
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Crédito: 1737576 /Pixabay

A demanda por produtos agrícolas brasileiros por parte dos chineses teve um constante crescimento no último ano, devido as dificuldades em negociações com os Estados Unidos (EUA). Porém, de acordo com informações da agência marítima Cargonave, que foram levantada pela Reuters, o mercado de grãos pode sofrer um leve impacto nesse início de ano. As informações apontam que as exportações de soja do Brasil para a China em janeiro pode cair quase pela metade, quando comparado com o mesmo período em 2019.

Números de Exportação de Soja

Até o dia 09 de janeiro, quinta-feira passada, o número de exportação de soja para a China era de 800 mil toneladas. Sendo assim, eram mais de dez navios agendados, ante cerca de 1,4 milhão de toneladas estimadas em janeiro de 2019. Isso de acordo com as informações do “line-up” de embarcações, que foram apurados no mesmo período no ano passado pela agência.

Motivação

Para analistas, até o momento, o motivo da esperada redução no número de exportação de soja para os chineses é o acordo comercial fase 1 entre China e EUA que está prestes a ser assinado. No ano passado, por exemplo, cerca de 20 navios estavam programados para enviar soja ao país asiático. Isso, no mesmo período.

Recapitulando

No início do ano passado, a expectativa em relação à intensificação das disputas comerciais entre EUA e China era alta. Não só beneficiando a exportação de soja, a disputa comercial favoreceu outras culturas como milho e a produção de carnes. Agricultores brasileiros viam o período como oportunidade. Porém, em constante mutação, esse cenário pode estar prestes a mudar. Tudo irá depender da assinatura do acordo comercial.


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