Ex executivo da Braskem é preso nos EUA ; Ações tem alta superior a 3% após indicação de novo presidente

Juliana Gusmão
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Crédito: Imagem/reprodução/InfoMoney

O mercado recebeu bem a notícia da indicação do seu atual presidente do Conselho de Administração, Roberto Simões, como o novo Diretor Presidente da Braskem, a partir de 1º de janeiro de 2020. O reflexo da repercussão positiva foi vista na alta da ações da empresa na última sexta-feira. Salvo que por volta das 12 horas, os ativos tinham ganhos de 3,34%, indo a R$ 28,50.

De acordo com a companhia, Fernando Musa permanecerá no cargo, apoiando a transição, até 31 de dezembro de 2019.

Dentre as responsabilidades do novo Diretor Presidente estão destaca a manutenção da competitividade de todas as operações da companhia. Além  da continuidade da estratégia de diversificação de matéria-prima e geográfica da Braskem.

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Porém, a nomeação de Simões ainda será submetida à aprovação do Conselho de Administração da companhia. Durante as próximas semanas, será convocada Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas, para nomeação do novo Presidente do Conselho de Administração.

Prisão do ex executivo em Nova York

Ex executivo da Braskem, José Carlos Grubisich, foi preso na última quarta-feira (20/11), em Nova York. Salvo que José foi detido ao desembarcar no aeroporto JFK. Contudo, o ex excutivo viajava no voo LA 8180 da Latam, que havia partido de São Paulo às 22h21 de terça-feira. Logo após a aeronave pousar, um grupo de policiais abordou a tripulação e exigiu a presença do brasileiro José Carlos.

Grubisich foi alvo da Greenfield, uma das fases da Lava Jato que investiga desvios em fundos de pensão, bancos públicos e estatais. Porém, o pedido da prisão partiu de autoridades americanas, com base na lei americana anticorrupção por lavagem de dinheiro.

Dentre as acusações estão: Conspiração por violar o dispositivo anti-propina da lei americana, conspiração por violar livros e registros da empresa, além de falha ao certificar relatórios financeiros.

Sobre a Braskem

A Braskem, controlada pela Organização Odebrecht, com participação expressiva da Petrobras, é uma empresa química e petroquímica brasileira. Salvo que o escritório central é localizado na cidade de São Paulo. Contudo, a empresa se destaca por ser a líder mundial na produção de biopolímeros, e a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas (sexta maior fabricante mundial de resinas plásticas).

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