EUA têm 6,6 mi de pedidos de seguro-desemprego na semana

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

Os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos novamente surpreenderam. Foram 6,648 milhões de novos pedidos somente nesta semana. A divulgação foi feita pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos nesta quinta-feira (2).

A expectativa era que os pedidos repetissem os 3 milhões de novos pedidos da semana passada ou, no máximo, 5 milhões.

Na quinta-feira passada (26), os pedidos de auxílio tiveram o aumento vertiginoso de 282 mil para 3,283 milhões. Ou seja, em duas semanas, praticamente 10 milhões de norte-americanos passaram a se enquadrar como desempregados.

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“Vivemos a recessão e o 11 de setembro. O que estamos vendo com esse declínio é realmente pior do que os dois eventos”, disse Irina Novoselsky, CEO do portal de empregos CareerBuilder para a CNBC, referindo-se à crise decorrente da pandemia de coronavírus.

A maior concentração de pedidos ocorreu na Pensilvânia (362.012), seguida por Ohio (189.263) e Massachusetts (141.003). Dakota do Sul (1.571), Virgínia Ocidental (2.671) e Vermont (3.125) registram os menores avanços.

Na sexta, payroll mostrará números oficiais sobre emprego

Na sexta-feira (3), tem anúncio da folha de pagamentos (payroll). Ontem (1), o Relatório Nacional de Emprego, feito pela ADP e pela Moody’s Analytics, mostrou que houve redução de 27 mil postos de trabalho no setor privado não-agrícola entre fevereiro e março. O relatório é considerado uma prévia do payroll.

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