EUA: oferta e rotatividade de emprego varia pouco em fevereiro

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

De acordo com relatório divulgado nesta terça-feira (7), pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, a oferta e a rotatividade do mercado de trabalho (Job Openings and Labor Turnover Summary, Jolts, na sigla em inglês) mudaram pouco em fevereiro.

O número de vagas ofertadas nos EUA caiu para 6,88 milhões no último dia útil de fevereiro. Em janeiro, a leitura havia sido de 7,02 milhões (revisando para cima os 6,96 milhões anunciados anteriormente). A expectativa do mercado era mais baixa, de 6,6 milhões de vagas.

Nos 12 meses findos em fevereiro, as contratações nos EUA totalizaram 70,3 milhões e os afastamentos, 67,9 milhões, gerando um ganho líquido de emprego de 2,4 milhões. Esses totais incluem trabalhadores que podem ter sido contratados e afastados mais de uma vez durante o ano.

O relatório, no entanto, não capta ainda os efeitos da crise do coronavírus no mercado de trabalho norte-americano. Nas duas últimas semanas, 10 milhões de cidadãos dos EUA entraram com novos pedidos de seguro-desemprego, e o Departamento de trabalho divulgou na última sexta-feira (3) o payroll (folha de pagamento), que apontou a perda de 701 mil postos de trabalho em março.