EUA: coronavírus faz déficit comercial recuar

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O déficit comercial dos Estados Unidos foi de US$ 45,30 bilhões em janeiro para US$ 39,90 bilhões em fevereiro. A queda veio em linha com o que aguardavam os analistas. E se explica pela interrupção do comércio internacional decorrente da pandemia de coronavírus.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (2) pelo Departamento do Comércio. A balança comercial é definida pelo conjunto de tudo o que é importado e exportado entre os países. As exportações tiveram baixa de 0,4% (US$ 207,5 bilhões). Já as importações baixaram 2,5% (US$ 247,5 bilhões).

As importações de bens da China diminuíram 16,7%. Com a União Europeia, a redução foi de 14,6%. Estes são os dois principais parceiros econômicos dos EUA.

Condições empresariais de NY caem a 12,9%

Nesta quinta-feira também foi publicado o Índice de Condições Empresariais de Nova York, calculado pelo Institute for Supply Management (ISM).

A leitura de março ficou em 12,9%, uma queda bastante acentuada com o mês anterior, quando registrou 51,9%.

Toda leitura menor do que 50% indica uma queda no ritmo de atividade. No caso, a queda foi extremamente rápida devido às paralisações decorrentes da pandemia de coronavírus.