EUA: pedidos seguro-desemprego sobem para 419 mil, pior que a projeção

Matheus Gagliano
Colaborador do Torcedores
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Crédito: TechTimes

Os novos pedidos por seguro-desemprego nos Estados Unidos (EUA) subiram na semana que se encerrou no dia 17 de julho, atingindo 419 mil reivindicações. O resultado significa um acréscimo de 51 mil pedidos com relação à semana anterior.

Os dados foram divulgados pelo Departamento de Trabalho norte-americano nesta quinta-feira (22).

Com relação à semana anterior, o Departamento de Trabalho norte-americano reviu o número de pedidos de 360 mil para 368 mil, ganhando um acréscimo de 8 mil pedidos novos.

Os dados do auxílio desemprego são um importante indicativo para a formação da política monetária por parte do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano.

EUA

EUA: média móvel sobre para 385,2 mil pedidos

Com relação à média móvel de quatro semanas, foram registrados 385.250 novos pedidos. Isto representa um aumento de 750 em relação à média revisada da semana anterior.

A média móvel da semana anterior, que havia sido de 382.500 novos pedidos foi revista para cima em 2 mil. Com isso, os dados ficam em 384.500 novas requisições de auxílio desemprego.

Os dados desta semana quebram uma sequência de duas semanas consecutivas em queda. Naquelas semanas, os dados haviam sido os mais baixos desde 14 de março do ano passado. No começo da pandemia da covid-19.

Desempregados segurados

O relatório mostra ainda que o avanço da taxa de desempregados que possuem o auxílio desemprego, ajustado sazonalmente, registrou um avanço de 2,4%. Com isso, fechou em 3.236.000 trabalhadores.

O que significa que este é o nível mais baixo do contingente de pessoas que estavam desempregadas mas recebendo auxílio. O menor dado havia sido registrado em 21 de março do ano passado. Naquela ocasião, 3.094.000 de americanos sem emprego recebiam o auxílio.

Dados não ajustados

Com relação aos dados não ajustados, o número de pedidos, por meio de programas estaduais, totalizou 406.053 pedidos. Isto significa um aumento de 3,7% frente à semana anterior. O que contrariando as expectativas de diminuição de 9,3% nessa taxa.

As maiores taxas de desemprego foram nas Ilhas Virgens, Porto Rico, Nevada, Rhode Island, Califórnia, Illinois, New Jersey, Nova York, Connecticut, Distrito de Columbia e Pensilvânia.