Estados reagem aos vetos no marco do saneamento; veja outros destaques

Felipe Moreira
Felipe Moreira é Graduado em Administração de empresas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 6 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Reprodução/ Flickr

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (15) com vetos o novo marco legal do saneamento. Isso levou aos Estados à reagirem.

De acordo com o Estadão, o veto ao artigo que permitia as estatais renovarem contratos por mais de 30 anos sem licitação atuais e vencidos, desde que isso ocorresse até março de 2022, fizeram as companhias estatais se revoltarem.

“O acordo não foi respeitado, e isso não será aceito”, afirmou ao Valor Marcus Vinícius Neves, presidente da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe).

Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, também demonstrou apoio aos Estados para a derrubada do veto.

 

Juros baixos e liquidez favorecem ofertas de ações

O interesse do mercado por ofertas de ações em meio à pandemia surpreendeu banqueiros e as próprias companhias que estão lançando promovendo ofertas públicas.

Segundo o Valor, investidores têm se interessado mais em comprar ativos de risco.

“Não é pontual. As megaofertas vieram para ficar e se explicam pela liquidez muito grande neste momento e juros muito baixos”, disse ao Valor Roderick Greenlees, do Itaú BBA.

Vale (VALE3) discutirá sobre dividendos

Conforme apuração do jornal Valor, na próxima semana, o Conselho de Administração da Vale avaliará a possibilidade da retomada da distribuição de dividendos.

Os pagamentos foram suspensos em 27 de janeiro de 2019, dois dias depois do desastre de Brumadinho.

 

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Alterações na base acionária da Restoque

Alguns sócios da Restoque estão desfazendo posições na companhia. Vale lembrar que a empresa está em recuperação judicial. As informações são do Valor.

A Advent reduziu sua posição acionária de 15,82% para 14,95%.

Enquanto isso, em seis meses, a posição de Márcio Camargo passou de 24,2% para os 18%.

Governo cogita taxação de transações no comércio eletrônico

Segundo o jornal O GLobo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende incluir na reforma tributária um imposto de 0,2% sobre transações no e-commerce.

Conforme Guedes, o objetivo é expandir a base de cobrança, ou seja, a variedade de locais onde os impostos incidem.

Dessa forma, seria possível reduzir a cobrança que recai sobre outras bases, como a folha de pagamentos.

Telefônica lançará rede 5G DSS

A Telefônica Brasil, dona da Vivo, lançará sua rede 5G DSS, antes mesmo do leilão de frequências específicas para o serviço pela Anatel.

Conforme o Valor, a Telefônica lançará o serviço ainda em julho.

Mas cabe frisar que o 5G DSS não tem todos os recursos que estarão disponíveis na frequência 5G.

A popularização do acesso à nova tecnologia ainda levará de dois a três anos. Para isso se tornar realidade, é necessário acontecer o leilão de frequências da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), previsto para 2021.

Governo dará titularidade em ocupações na região amazônica

O governo dará escrituras para milhares de ocupações feitas décadas atrás na região amazônica, todas em situação irregular, por meio de sistemas e vistoria a distância, conforme informou o Estadão.

A medida é uma das principais respostas do vice-presidente Hamilton Mourão ao crescimento do desmatamento na Amazônia.

A iniciativa foi divulgada sob a justificativa de que é difícil punir o responsável pelo desmatamento, porque não se sabe quem é o “dono” da terra.

Covid-19

Brasil contabiliza 1.970.909 contaminados pelo novo coronavírus e 75.523 mortes, de acordo com o balanço de consórcio de veículos de imprensa. Nas últimas 24 horas, foram 1.261 mortes.