Estados pressionam por mais recursos, diz Estadão

Felipe Moreira
Felipe Moreira é Graduado em Administração de empresas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 6 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Reprodução/Flickr

Como o prazo para contratar empréstimos termina no começo de julho devido ao ano eleitoral, os governos estaduais e municipais vêm pressionando o Ministério da Economia, visando assegurar um limite mais alto de crédito no mercado financeiro, com ou sem aval da União. O aval concedido pelo Governo Federal é fundamental para que Estados e Municípios consigam linhas de financiamentos com juros mais baixos. O capital pode ser utilizado em diversos segmentos, como o de infraestrutura. As informações são do jornal Estadão.

No entanto, a equipe liderada por Guedes, demonstra resistência ao aumento do valor do teto de empréstimos com seu aval. Isso acontece por causa da falta de pagamento por parte dos Estados e municípios que a União teve que honrar. Como avalista da operação, em caso de calote de Estado ou município, o Tesouro Nacional terá arcar com as despesas.

No ano passado, o limite de crédito total (com e sem garantia da União) foi definido em R$ 20 bilhões. Desse montante, a União teve que arcar com R$ 8,35 bilhões em compromissos não honrados por Estados e municípios. O dispêndio foi quase o dobro do ano imediatamente anterior, de R$ 4,80 bilhões. A cada ano, o governo determina este teto pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para conceder seu aval, o Governo Federal atribui notas de A a D, para distinguir bons e maus pagadores. Normalmente, somente governos com nota A ou B recebem o aval para contrair financiamentos. Mas, existem propostas para que notas abaixo também tenham a garantia da União.

 

 


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