Déficit dos EUA em alta e preço do combustível brasileiro em discussão

Patrícia Auth
Patrícia Auth é jornalista formada pela Univali de Itajaí/SC. Trabalhou em impressos, como o Jornal de Santa Catarina, e também, como repórter na Rede Record e RBS TV. É casada, mãe da Lívia e adoradora de boa música e gastronomia.Na equipe EuQueroInvestir, é responsável pela produção de vídeos, e também escreve e edita artigos para o site.Entre em contato com a Patrícia pelo e-mail: patricia.auth@euqueroinvestir.com

Ministro da Fazenda analisa a possibilidade de mudar a tributação sobre a gasolina, diesel e etanol

A economia americana ganhou espaço no Brasil e no restante do mundo nesta quarta-feira (07). O déficit comercial dos Estados Unidos subiu pelo quinto mês consecutivo e alcançou o maior nível desde outubro de 2008. O saldo negativo somou mais de R$ 56 bilhões em janeiro. Isso representa 5% a mais de déficit em um mês (de dezembro de 2017 para janeiro de 2018). O presidente americano Donald Trump anunciou na semana passada, planos para impor uma tarifa de 25% sobre as importações de aço e 10% sobre o alumínio, na tentativa de reduzir o seu déficit comercial.

No Brasil, combustível em pauta

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quarta-feira (07), que analisa a possibilidade de mudar a tributação sobre combustíveis. No ano passado, o governo elevou o PIS/Cofins sobre a gasolina, diesel e etanol para aumentar a arrecadação. Essa mudança na tributação, que estaria em análise, seria para reduzir os tributos. A Petrobras já deixou bem claro: O principal componente dos preços dos combustíveis tem sido a “carga tributária” imposta pelo governo.

Triste notícia sobre o interesse dos brasileiros pelos estudos

Um estudo do Banco Mundial (Bird), que foi divulgado nesta quarta-feira (07), mostra que 52% dos brasileiros entre 19 e 25 anos perdem interesse pelos estudos e correm o risco de não conseguir se inserir no mercado de trabalho. A pesquisadora Rita Almeida, uma das responsáveis pelo estudo, explica que esse risco de o jovem não se inserir no mercado de trabalho, tem reflexos diretos na produtividade do país. “O impacto fundamental de um alto risco de desengajamento econômico é ter um jovem com oportunidade baixa no mercado de trabalho. E isso tem consequências muito importantes para o crescimento e para a produtividade. O Brasil perde em capacidade de competir e de ter uma economia dinâmica e competitiva” afirma.

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