Epidemia de coronavírus pode atingir o pico em maio, diz cientista chinês

Angélica Weise
Jornalista formada pela UNISC e com Mestrado pela UFSM. Escreve sobre tecnologia, política, criptomoedas e atualidades.

Crédito: Divulgação

O coronavírus 2019-nCoV, que começou a se propagar no final do ano passado, em Wuhan, cidade chinesa com mais de 11 milhões de habitantes, já matou mais de 1.000 pessoas e teve mais de 40.000 casos confirmados, a maioria na China.

Autoridades têm se apresentado para falar sobre medidas que o governo está tomando para conter o vírus. As notícias não são animadoras. A doença pode ter seu maior pico nos próximos meses, alertou à agência Reuters Zhong Nanshan, epidemiologista de 83 anos.

Zhong afirmou que o surto pode desacelerar em breve, e o número de novos casos deve diminuir em alguns lugares. Mas a doença continuará se espelhando pelo país e pelo mundo — e seu fim não está próximo.

Durante uma videochamada com equipes e autoridades de assistência médica em Wuhan na segunda-feira (10), Xi Jinping, presidente do país e secretário geral do Comitê Central do Partido Comunista da China, falou da situação crítica sobre a epidemia.

Quarentena

Jinping disse que o surto continua se alastrando e afirmou que novos casos estão surgindo, embora mais lentamente. O líder chinês também pediu esforços de prevenção para garantir a detecção e a quarentena.

Mas cientistas como Zhong Nanshan afirmam que o surto pode atingir seu pico em meados de abril ou maio.

“Todas as medidas estão sendo tomadas para combater a epidemia, e o ritmo acelerado em que os países estão encontrando uma potencial vacina para o vírus, podem contribuir para o desaparecimento do vírus. Mas isso não ocorrerá em tão pouco tempo. A epidemia deve prosseguir até meados de abril ou maio”, disse Nanshan.

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