Energisa (ENGI11) atualiza preço de OPA; Tupy (TUPY3) confirma investimentos

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Energisa/Divulgação

A Energisa (EGI11) informou nesta segunda-feira (8) que sua oferta pública de aquisição de ações (OPA), por aumento de participação, a ser lançada pela companhia, já foi submetida à apreciação documental da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da B3 (B3SA3), administradora da bolsa de valores brasileira.

A documentação atualizou o laudo de avaliação das ações de emissão da Energisa divulgado em 2 de março de 2021.

naquele momento, apurou o valor de R$ 8,42 por ação de emissão da Rede Energia. Agora, o preço por ação se mantém, “observados, conforme aplicável, os mecanismos de ajuste de preço constantes do edital”.

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Tupy (TUPY3) confirma investimentos após ofício da CVM

A Tupy (TUPY3) respondeu à CVM sobre notícia veiculada na página do jornal Valor Econômico em 5 de março de 2021, intitulada “Após corte em 2020, Tupy amplia os investimentos”, onde se lia que “recursos de R$ 250 milhões serão aplicados na melhoria da produtividade para atender a demanda crescente no mercado mundial”.

A matéria ainda diz que o presidente da empresa, Fernando de Rizzo, “ressaltou que, do total estimado para o ano passado, foram postergados de R$ 90 milhões a R$ 100 milhões. ‘Voltamos ao patamar de 2019. Em 2020, investimos R$ 136 milhões, parte em eficiência da operação'”.

Sobre o divulgado, a empresa soltou comunicado ao mercado, dizendo que “o valor dos investimentos para o corrente ano de 2021, divulgado na matéria jornalística, que perfaz a quantia de R$ 250 milhões, não é passível de caracterização como informação relevante, à luz das métricas específicas empregadas pela companhia para seus investimentos. No ano de 2020 a Tupy realizou investimentos na ordem de R$ 132 milhões (3,1% da Receita Líquida), montante inferior ao aplicado em anos anteriores devido à estratégia de postergação de investimentos e preservação do seu caixa, decorrente dos efeitos da pandemia. Em 2019, a companhia destinou R$ 270 milhões para investimentos (5,2% da Receita Líquida). No ano de 2018 os investimentos totalizaram a ordem de R$ 185 milhões (3,8% da Receita Líquida). Assim, o valor de R$ 250 milhões é compatível com o padrão de investimentos anteriormente realizados pela companhia, sendo que os investimentos dos últimos 5 anos representaram montante equivalente a 4,0% das receitas líquidas do período”.

Eletrobras (ELET6) paga à IRB (IRBR3) após acordo sobre Eletronorte

O IRB Brasil (IRBR3) informou ao mercado que, após homologação judicial do acordo com a Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), a empresa de geração de energia efetuou o pagamento, à vista, ao IRB Brasil do valor de aproximadamente R$ 358 milhões.

O recurso recebido já está aplicado em ativos garantidores, com o intuito de reforçar os indicadores regulatórios da companhia.

A Eletronorte é subsidiária da Eletrobras (ELET3 ELET6). A ação proposta em 2005 pelo IRB Brasil, Sul América (SULA11) e outras seguradoras objetivava o ressarcimento dos valores pagos à ALBRAS (Alumínio Brasileiro S/A), por força de contrato de seguro firmado, em decorrência de sinistro envolvendo interrupção de energia elétrica.

Enjoei (ENJU3) anuncia mudança acionária

A Enjoei (ENJU3) foi informada pelo banco Morgan Stanley de que os fundos geridos por ele atingiram a participação de 4,96% das ações ENJU3, em um total de 9.697.740.

Após o pregão desta segunda-feira (8), cada uma das ações ordinárias da Enjoei passaram a valer R$ 12,00, com a queda de 14,22%.

Como de praxe, o Morgan Stanley avisa que não pretende mexer na estrutura da empresa e que o que possui é apenas com objetivo de investimentos.

CCP (CCPR3) atualiza funcionamento dos shoppings

A Cyrela Commercial Properties, ou CCP (CCPR3) comunicou que, conforme determinações das autoridades locais, as operações dos shopping centers do Estado de São Paulo e da cidade de Belo Horizonte estão temporariamente suspensas desde 6 de março de 2021 e o Shopping Cerrado, localizado em Goiânia, capital de Goiás, teve suas atividades suspensas a partir de 1º do mesmo mês.

Atividade e serviços essenciais são permitidos e funcionam em horário reduzido.

O Shopping Metropolitano Barra, localizado no Rio de Janeiro, segue operando com horário de funcionamento reduzido.

A companhia informa que “acompanhará novas determinações e orientações do governo e entende que essas medidas contribuem para minimizar a disseminação do vírus, além de priorizar e preservar a saúde e o bem-estar de seus clientes, colaboradores, lojistas e fornecedores”.