Empresas pressionam governo por melhor política ambiental

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Felipe Werneck/Ibama/Divulgação

A alta do desmatamento no Brasil tem afetado a reputação internacional do país. Assim, empresas exportadoras e multinacionais agem para se blindar contra as pressões que põem em risco os negócios e pressionam por melhor política ambiental.

Presidente da Natura&Co América Latina, João Paulo Ferrira afirmou ao O Globo que eles nunca foram tão questionados sobre suas responsabilidades ambientais.

Em entrevista ao Estadão, Persio Arida, ex-presidente do Banco Central afirmou que a “política ambiental coloca o país como pária”. Ele cobrou uma retomada econômica “verde”, já que a política ambiental atual do governo é “horrenda”. Como consequência, os investimentos internacionais podem escapar e o Brasil amargar sérios riscos econômicos.

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“Ignorar os efeitos do aquecimento global é praticar roleta-russa seguidas vezes”, disse ele.

Já a Folha de S. Paulo destacou que a imagem do país está em deterioração com a atual política ambiental. Assim, executivos de multinacionais já relatam ao governo queda de aportes.

 

Novas habilidades são procuradas por empresas na pandemia

Como reflexo da crise causada pelo coronavírus, o mercado de trabalho também está mudando. Em tempos de home office qualidades como adaptabilidade, resiliência e flexibilidade tornaram-se requisitos importantes na hora de contratações.

Sem poder bater à porta de empresas, a forma de procurar empregos também mudou. Agora, segundo O Estado de São Paulo, a prioridade é o digital.

Assim, recrutadores começaram a dar mais valor a qualidades que antes não eram tão importantes. Pesquisa divulgada pelo Estadão mostra, por exemplo, que 40% dos recrutadores passaram a valorizar a adaptabilidade na hora de procurar um selecionar um candidatado. Na sequência vêm resiliência (20%), flexibilidade (12%) e colaboração (11%), mostra pesquisa da companhia de recrutamento Robert Half.

Antes, em junho de 2019, flexibilidade só aparecia na sétima posição. E as outras habilidades que hoje são cobradas nem apareciam na lista.

 

Com pandemia, Congresso aumentou votações

Com o uso do sistema remoto de votações, o Congresso Nacional aumentou o ritmo de votações em comparação com as sessões presenciais de 1º de abril a 30 de junho de 2019.

Segundo a Folha de S. Paulo a maior produtividade reflete o protagonismo do Legislativo no combate à pandemia.

 

Aliança pelo Brasil só tem 3% de assinaturas válidas

O partido que o presidente Jair Bolsonaro tenta formar, o Aliança pelo Brasil, só tem 3,2% das assinaturas válidas até o momento, de acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Com mortos na lista, o partido acumula revezes em apenas sete meses de tentativa de formação. Assim, até agora, só há 15.721 assinaturas válidas.

 

Deputados usam verba pública para faturar com YouTube

A pretexto de divulgar as atividades políticas, deputados federais estão usando recursos públicos para gerir canais monetizados no YouTube.

Eles contratam empresas com dinheiro da cota parlamentar e usam assessores pagos pela Câmara para gerir os canais.

 

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