Empresas organizam retorno; confira outros destaques do dia

Marcelo Hailer Sanchez
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Foto: Produção de veículos cai 21% em março devido coronavírus, diz Anfavea

Apesar do fim da pandemia estar longe do horizonte, algumas empresas já se preparando para retomar as atividades.

Dessa maneira, as atuais medidas de distanciamento serão mantidas, porém, outras ações serão empregadas.

As empresas estudam realizar a medição de temperatura dos funcionários e testes para covid-19, informa o Valor.

Por fim, algumas planejam realizar monitoramento do celular via GPS para saber se o funcionário está cumprindo a quarentena.

CPMF digital

A CPMF está de volta à pauta, porém, dessa vez digital.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, almeja um corte de encargos trabalhistas por dois anos.

Dessa maneira, Guedes espera incentivar as empresas a contratarem.

Todavia, o ministro deseja criar uma versão digital da CMPF para compensar, informa a Folha de S. Paulo.

Bolsa abre em alta

O Ibovespa abriu a quinta-feira (21) em leve alta de 0,52%, aos 81.738 pontos. O dólar comercial registra queda de 1,40%, cotado a R$ 5,61.

A alta vem descolada dos mercados futuros de Nova York e das bolsas da Europa, que acompanham principalmente as tensões crescentes entre Estados Unidos e China.

Nesta quinta, o presidente Jair Bolsonaro e governadores discutem, via teleconferência, o auxílio emergencial aos Estados e municípios e o veto ao reajuste dos servidores públicos.

Ainda no radar, expectativas quanto às medidas para o fim da quarentena no Rio de Janeiro e em São Paulo, que devem começar em junho.

Empresas aéreas e de energia consideram socorro insuficiente

Os setores de energia e as companhias aéreas, os mais afetados pela pandemia, considera a ajuda do governo federal insuficiente.

A princípio, a queixa recorrente diz respeito ao volume oferecido de recursos, que é classificado como insuficiente.

Por fim, outra questão abordada pelos dois setores são as incertezas sobre contrapartidas a serem exigidas pelo governo.

Oi (OIBR4) espera receber propostas até julho

A Oi trabalha com um cronograma de recebimento de proposta vinculantes por sua operação de telemóvel até julho.

De acordo com apuração do Valor, mesmo com a pandemia, o processo de venda não teve suspensão.

O consórcio da Telefônica e Tim é considerado o favorito. A Claro também está na jogada, mas, de maneira individual.

O valor discutido em torno do negócio gira em torno de R$ 14 a R$ 19 bilhões.

Por fim, a venda da divisão de telefonia móvel é a principal estratégia de reestruturação da Oi.

Pandemia motiva 20% das novas ações trabalhistas

De acordo com a Justiça do Trabalho, 20% das novas ações tem como motivação a pandemia.

Segundo a justiça trabalhista, esse montante diz respeito a trabalhadores que alegam terem sido demitidos por causa da pandemia.

Por fim, a maior parte dessas demissões são de empresas pequenas que afirmam não ter caixa para manter os funcionários, informa o Estadão.

Mercados futuros começam o dia em com acomodação

Os mercados futuros de Nova York iniciam a quinta-feira (21) em acomodação aos ganhos de ontem, com destaque para a valorização das ações das empresas de tecnologia, como Facebook e Amazon.

O S&P registrou a maior alta desde o início de março.

Hoje tem mais um discurso de Jerome Powell.

Bolsa fecha em alta de 0,71%; dólar recua 1,17% 

A bolsa brasileira fechou o pregão desta quarta-feira (20) com alta de 0,71%, para 81.319,45 pontos, acompanhando as altas do exterior

o Ibovespa atingiu 82.290 pontos (+1,92%) e teve um volume financeiro negociado de R$ 22,742 bilhões.

Por fim, o dólar comercial fechou com queda de 1,17%, abaixo da linha dos R$ 5,70, cotado a R$ 5,6890 no mercado à vista.

 

Política

50% dos brasileiros reprovam gestão Bolsonaro

De acordo com a pesquisa Ipespe, 50% dos brasileiros reprovam a gestão Bolsonaro, um aumento de 11 pontos.

Além disso, a aprovação pessoal de Bolsonaro, que era de 40%, despencou para 25%.

Em relação a pandemia, 68% acreditam que o pior ainda está por vir.

Por fim, 57% acreditam que a política econômica está no caminho errado.

Governo Federal adia ENEM

Após pressão de vários setores da educação, o Exame Nacional do Ensino Médio foi cancelado.

De acordo com informações do Ministério da Educação, esse ano o exame deve ter mais de 4 milhões participantes.

O cancelamento deve servir para os estudantes se preparem melhor.

Porém, o calendário das universidades deve ficar embaralhado e passar por alterações.

Por fim, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que a meta é adiar por 30 ou 60 dias.