Empresários não vão pressionar governadores; confira outros destaques

Marcelo Hailer Sanchez
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Crédito: Reprodução / Pollux

Os acionistas das maiores companhias do Brasil foram taxativos ao afirmar que não é papel do empresariado pressionar governadores.

Isso é uma resposta ao presidente Jair Bolsonaro que pediu aos empresários que pressionassem os governadores.

O presidente disse, por mais de uma vez, que os empresários deveriam fazer pressão ao governadores para flexibilizarem a quarentena.

Por fim, Horácio Lafer, da Klabin, declarou ao jornal que os empresários são “pessoas sérias e não crianças”.

Bolsa abre em queda em meio a tensão política

O Ibovespa começa a sexta-feira (22) em baixa de 1,11%, aos 82.106,05 pontos. O dólar comercial tem alta de 0,80%, negociado a R$ 5,59.

O mercado deve reagir ao pedido de busca e apreensão dos celulares de Jair Bolsonaro e de seu filho, vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), para perícia.

 

Novo embate entre Guedes e o Congresso Nacional

O ministro da Economia tem um novo embate com o Congresso Nacional.

São dois motivos: congelamento do salário dos servidores e repasse do Fundo de Participação dos Estados.

De acordo com o texto aprovado no Senado, fica permitido que os estados não tenham prejuízo caso suspendam o pagamento de dívidas com organismos multilaterais.

Todavia, o ministro Paulo Guedes quer vetar esse trecho da lei.

Por fim, ao término da reunião entre o presidente e os governadores, o clima era de buscar um entendimento entre as partes.

acordo comercial

Tensão entre EUA e China derruba mercados futuros

Depois da China anunciar que deseja impor nova lei de segurança nacional a Hong Kong, Trump ameaçou responder com sanções.

De acordo com a imprensa dos EUA, o presidente Trump declarou que, caso se confirme, o seu governo vai responder com “muita força”.

Dessa maneira, a possibilidade de uma nova tensão entre China e EUA abalou os mercados globais ontem (21).

Por fim, parlamentares Democratas e Republicanos ameaçaram impor sanções à China caso a autonomia de Hong Kong seja “violada”.

“PL da grilagem” pode afetar negócios do Brasil com a Europa

“O Parlamento Europeu ameaçou o governo brasileiro de boicote aos produtos agrícolas.

Motivo: a tramitação e possível aprovação do “PL da Grilagem”.

De acordo com o Valor, a diplomacia brasileira já alertou o governo sobre a posição dura do British Retail Consortium.

Segundo a publicação, o órgao reúne 96,8% dos varejistas britânicos.

Para os britânicos,  o PL da Grilagem incentiva o desmatamento generalizado na Amazônia.

Dessa maneira, os britânicos avisaram que se o PL for aprovado eles vão impor sanções à compra de commodities brasileiras.

Para se ter uma ideia do risco em jogo, a Tesco tem 30% da fatia de mercado nas vendas no varejo.

Os restaurantes Burger king e Nando’s estão entre os principais importadores britânicos de carne bovina e de aves brasileiras.

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Bolsa fecha em alta de 2,10%

 

A bolsa fechou o pregão desta quinta-feira (21) com alta de 2,10%, para 83.027,09 pontos, no caminho inverso de Wall Street.

O volume financeiro negociado foi de R$ 27,796 bilhões.

No mercado cambial, a desvalorização do dólar ficou em 1,88%, fechando em R$ 5,58,

O presidente do Banco Central afirmou que  BC “vai continuar atuando (no câmbio) e pode até aumentar a atuação se for necessário”.

Política

STF limita MP que protege agentes públicos

Contrariando o governo Federal, o Supremo Tribunal Federal (STF) restringiu o alcance de Medida Provisória (MP) editada pelo Bolsonaro.

A MP visava livrar de culpa agentes públicos de processos motivados por ações à Covid-19.

Dessa maneira, o STF que a “isenção de punição não se aplicará a atos que desconsiderem a Ciência e ameaçam a saúde pública”, informa O Globo.

Pandemia

O Brasil registrou, em 24 horas, 1.188 mortes por Covid-19, até este momento, um recorde, segundo o Ministério da Saúde.

Ao todo, o Brasil tem 310.087 infectados e 20.047 mortes.

O Ministério da Saúde segue sem ministro e ainda não há possíveis nomes para ocupar a pasta.