Empreiteiro delator diz que entregou R$ 2 milhões na sede do PT

Gabriela Brands
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Crédito: Reprodução/ Twitter

Termos da delação premiada do empresário Mário Seabra Suarez com o Ministério Público revelam que supostas propinas no valor de R$ 2 milhões foram entregues ao Partido dos Trabalhadores (PT). Enquanto alvo da Operação Sem Fundos, o empresário disse que entregou os recursos na sede da legenda em São Paulo.

Em seu depoimento, Suarez citou o senador petista Jaques Wagner. Ao mesmo tempo, apontou nomes de pessoas envolvidas na Lava-Jato, como o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto. Além disso, empresário também forneceu dados, como de ligações telefônicas. O acordo foi feito pelo advogado criminalista Roberto Podval, que também defende o ex-ministro José Dirceu.

A Operação Sem Fundos investiga suposto esquema de propinas nas obras de construção da Torre Pituba, sede da Petrobras em Salvador. A suspeita é de que a obra tenha sido superfaturada. Orçada em R$ 320 milhões, a construção acabou custando R$ 1,32 bilhão.

Defesas

Advogados de alguns dos citados na delação de Suarez, enviaram notas afirmando que o depoimento do empresário não é verdadeiros e refutando qualquer hipótese de recebimento de propina. O PT, por exemplo, disse que a denúncia é fantasiosa, sem provas e que visa apenas atingir a legenda.

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