Embraer (EMBR3) avalia financiamento com bancos para capital de giro

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Reprodução/Facebook Embraer

A Embraer (EMBR3) respondeu nesta terça-feira (2) questionamento feito pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo dizendo que a empresa “deve obter R$ 3,3 bilhões de bancos privados e BNDES em junho para atender demanda de jatos”.

Na reportagem do jornal paulista, consta que a Embraer deve obter financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a bancos privados no valor de US$ 600 milhões, que corresponde a R$ 3,3 bilhões no câmbio atual, para atender a sua demanda de jatos executivos e comerciais para os próximos meses.

Além do BNDES, os bancos que participariam da operação seriam o Bradesco, Santander, Itaú, Citibank, Morgan Stanley e Natixis.

Embraer responde

A CVM solicitou o motivo de não ter sido informada – e os acionistas e o mercado – da movimentação como um “fato relevante”.

A empresa respondeu que “o BNDES e alguns bancos privados, no Brasil e no exterior, estão discutindo algumas propostas de financiamento, principalmente uma voltada para financiamento ao capital de giro para exportações (BNDES Pré-Embarque), provendo capital de giro, reforço de capital e possibilitando a melhoria do perfil de endividamento”.

Iguatemi (IGTA3) informa sobre participação acionária

A Iguatemi (IGTA3) comunicou, também nesta terça-feira (2), que chegou ao conhecimento da empresa, por parte da Equitas, alienação de participação social relevante.

A Equitas Administração de Fundos de Investimentos e seus fundos administrados possuem atualmente 4,52% do capital da Iguatemi, o que corresponde a 7,296 milhões de ações.

A gestora de fundos é especializada em renda variável. Segundo ela mesma afirma, apesar do “período atual de extrema turbulência da economia brasileira”, conseguiu entregar, nesse contexto, “595,6% de rentabilidade, contra 72,8% do Ibovespa”.