Embraer (EMBR3) retoma sistemas após ataque cibernético

Marcia Furlan
Jornalista com mais de 30 anos de experiência. Trabalhou na Editora Abril e Agência Estado, do Grupo Estado, como repórter e editora de Economia, Política, Negócios e Mercado de Capitais. Possui MBA em Mercado de Derivativos pela FIA.
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Crédito: Embraer embr3

A Embraer (EMBR3) informou que restabeleceu a operação de todos os seus sistemas de tecnologia da informação que foram desligados temporariamente, como medida de precaução, em razão do ataque cibernético do final de novembro.

“A companhia segue investigando as circunstâncias do ataque e a quantidade de informações ex-filtradas ou divulgadas, avaliando a existência de impactos sobre seus negócios e terceiros, bem como determinando e tomando as medidas cabíveis”, diz o comunicado da companhia.

Segundo a Embraer, houve pedido de resgates no ataque cibernético, mas a empresa não iniciou qualquer processo de negociação, e também não fez pagamentos a terceiros supostamente envolvidos no incidente.

A empresa identificou informações que foram divulgadas e está trabalhando com os terceiros afetados pelo incidente. Autoridades foram comunicadas.

Taurus (TASA4): redução de alíquota de importação não afeta negócio

A Taurus Armas (TASA3 TASA4) afirmou em comunicado que a decisão do governo de reduzir a zero a alíquota de importação de pistolas e revólveres “não causará efeito significativo na sua operação”. A medida foi divulgada no Diário Oficial dessa quarta-feira (9) e levou à queda das ações, de 6,89% (TASA3) e 6,70% (TASA4), perto das 13h30.

A empresa argumenta que o mercado doméstico representa menos de 15% de suas vendas, e as margens são inferiores as das exportações. Além disso, a companhia tem fábrica nos EUA e uma futura operação na Índia, o que também a favorece frente a essa resolução da Camex.

“Nos últimos 3 anos a Taurus passou por uma forte reestruturação focada na redução de custos que lhe permite, mesmo com essa isenção, manter seus preços, no mercado brasileiro, mais atrativos frente a seus concorrentes internacionais”, diz o documento.

Por outro lado, segundo a companhia, a medida irá acelerar o processo de priorização de investimentos nas fabricas nos EUA e na Índia, em detrimento aos investimentos no Brasil. Mas a medida não muda planos de investimentos anunciados já anunciados.

Tupy (TUPY3): Cade dá parecer desfavorável à compra da Teksid

A Tupy (TUPY3) informou que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) emitiu parecer técnico desfavorável à aquisição da subsidiária de fundição de ferro Teksid. O processo ainda passará pelo tribunal do órgão, quando as empresas apresentarão evidências de que a transação não causa efeitos concorrenciais danosos ao mercado brasileiro.

De qualquer forma, Tupy e Teksid afirmam que mesmo se o negócio não for autorizado, não haverá o cancelamento do perímetro remanescente da transação.

 

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