Em mais uma ameaça a acordo comercial, China estuda restringir vistos a funcionários americanos

Rodrigo de Oliveira
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Crédito: Imagem/reprodução/cobbiz

Uma lista de entidades americanas “não confiáveis” deverá ser publicada em breve por Pequim, segundo a Bloomberg, citando a mídia estatal chinesa Global Times – o que amplia as incertezas em relação ao fechamento da primeira fase do acordo comercial sino-americano.

Em um tuíte, o Global Times, apoiado pelo Partido Comunista, disse que a lista estava sendo acelerada em resposta a um projeto patrocinado pelo senador republicano Marco Rubio, exigindo medidas contra autoridades chinesas envolvidas em supostos abusos contra muçulmanos uigures na região oeste de Xinjiang.

Pequim ameaça publicar essa lista de empresas desde maio, quando os EUA impuseram restrições à Huawei, diz a Bloomberg.

O editor-chefe do Global Times, Hu Xijin, acrescentou que as autoridades americanas podem enfrentar restrições de visto e os portadores de passaporte dos EUA podem ser proibidos de entrar na província, completa a Bloomberg.

A China não especificou quais empresas seriam afetadas pela lista negra, embora a FedEx esteja sob um escrutínio particular este ano.

Uma nova escalada das tensões comerciais também coloca mais foco no prazo de 15 de dezembro para Trump adicionar ainda mais tarifas às importações chinesas.

Além disso, a Câmara dos Deputados dos EUA deve votar ainda hoje o projeto de lei de Xinjiang, que foi aprovado pelo Senado em setembro. A votação ocorre logo depois que Trump assinou uma lei em que apoia manifestantes pró-democracia em Hong Kong

França

Em outro alvo da guerra comercial, o governo dos EUA informou ontem que pode aplicar impostos punitivos de até 100% sobre US$ 2,4 bilhões em importações da França de champanhe, bolsas, queijo e outros produtos, depois de concluir que o novo imposto sobre serviços digitais da França prejudicaria as empresas de tecnologia dos EUA, segundo a CNBC.

O escritório do Representante de Comércio dos EUA disse que sua investigação na “Seção 301” concluiu que o imposto francês era “inconsistente com os princípios vigentes da política tributária internacional e é extraordinariamente oneroso para as empresas americanas afetadas”, incluindo Google, Facebook, Apple e Amazon.

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O representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, disse que o governo está explorando se deve abrir investigações semelhantes sobre os impostos sobre serviços digitais da Áustria, Itália e Turquia.

Brasil

Ontem, Trump anunciou a restauração das tarifas sobre as importações de aço do Brasil e da Argentina. O presidente americano escreveu em um tuíte que os dois países têm liderado “uma desvalorização maciça de suas moedas”, o que não é bom para os agricultores americanos.

“Infelizmente, tudo tem a ver com a eleição no ano que vem”, disse Colin Graham, diretor de investimentos de soluções multi-ativos da Eastspring Investments, à CNBC “Squawk Box”. “Trata-se de ganhar votos e assim garantir um segundo mandato como presidente”, analisou.

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