Eletrobras (ELET6) aprova oferta da Omega (OMGE3) por fatias em eólicas

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Pixabay

A Eletrobras (ELET3 ELET5 ELET6) aprovou as ofertas vinculantes realizadas pela Omega Geração (OMGE3) para aquisição da totalidade da participação da elétrica em doiss parque eólicos no Rio Grande do Sul.

A Eletrobras tinha fatias nas Sociedades de Propósito Específico (SPEs) correspondentes a 78% do capital social da Eólica Santa Vitória e 99,99% do capital social das SPEs Hermenegildo I, Hermenegildo II, Hermenegildo III e Chuí IX.

Essas participações constituem os chamados Lotes 1 e 2, respectivamente, do “Procedimento Competitivo de Alienação” de 2019.

O valor da proposta recebida para o Lote 1 foi de R$ 434,460 milhões.

Para o Lote 2, R$ 134 milhões.

No caso do Lote 2, o valor pode ser acrescido em até 15% dependendo da geração futura de energia.

As propostas dependem de deliberação da Assembleia Geral de Acionistas a ser realizada em 2 de setembro próximo.

“Ambos os valores estão referenciados a 31/12/2018 e deverão ser reajustados conforme previsto no edital de chamamento público”, informa a Eletrobras em nota.

A empresa ainda lembra que tais operações estão “inseridas no contexto de alienação das participações societárias remanescentes do leilão ocorrido em 27 de setembro de 2018”.

BRF (BRFS3) informa que soube da suspensão de Dourados pela China

A BRF (BRFS3) esclareceu nesta quinta-feira notícias veiculadas na página da agência de notícias Broadcast/Agência Estado Agronegócios em 29 de julho.

Sob o título “Carnes: China informa suspensão de exportação de produto de aves de unidade da BRF de Dourados (MS)” e “Carnes: BRF informa que não foi notificada oficialmente sobre suspensão de unidade de Dourados (MS)”, o jornal informa que a Administração Geral das Alfândegas da China (GACC, na sigla em inglês) suspendeu a habilitação para exportações da unidade sul-matogrossense da BRF para o país asiático.

A unidade exporta basicamente proteína de frango.

“O motivo de tal suspensão ainda não é de conhecimento da companhia, que segue empenhada em reverter tal situação no menor prazo possível”, diz a BRF.

A companhia ressalta ainda que, “desde o início do surto de Covid-19 no mundo, adotou protocolos de saúde e segurança e planos de contingência em todas as suas unidades fabris no Brasil e no exterior”.

“Ademais”, segue, “de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a transmissão da Covid-19 ocorre pelo contato próximo com pessoas infectadas, não havendo evidências de transmissão da doença através de alimentos ou suas embalagens”.

A BRF ressalta que o volume de produção destinada à China a partir da unidade de Dourados representa apenas cerca de 0,2% do volume total agregado comercializado pela empresa.