Eleições norte-americanas: Bloomberg ignora primárias e injeta R$ 14 milhões por dia em campanha

Paulo Amaral
Jornalismo é meu sobrenome: 20 anos de estrada, com passagens por grandes veículos da mídia nacional: Portal R7, UOL Carros, HuffPost Brasil, Gazeta Esportiva.com, Agora São Paulo, PSN.com e Editora Escala, entre outros.

Crédito: Reprodução/Twitter

Dono da oitava maior fortuna do mundo, avaliada em R$ 268 bilhões, o ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, não está preocupado com as primárias dos Democratas nos primeiros quatro Estados para as eleições norte-americanas.

De acordo com reportagem da BBC, o foco de Bloomberg está nos Estados que realmente podem definir quem será o próximo presidente dos Estados Unidos: Califórnia e Texas.

Matéria publicada no site da BBC nesta quinta-feira (13) revelou que o magnata da mídia já gastou aproximadamente R$ 14 milhões em sua campanha eleitoral para recuperar o tempo perdido – entrou tardiamente no pleito. E que pretende abrir ainda mais os cofres.

A BBC revelou que Bloomberg já gastou R$ 860 milhões entre outubro e dezembro de 2019, e que pode tirar do próprio bolso até R$ 4 bilhões para alcançar o objetivo de tirar Donald Trump do poder.

O ranço com o atual presidente é tanto que, ao ser questionado por um jornalista se a população do país estaria interessada em ver dois bilionários trocando farpas pelo Twitter – estratégia usada por ele e por Trump -, retrucou, com ironia.

“Dois? Quem é o outro”?

A declaração foi para atingir Trump, que convive com a fama de bilionário, mas, segundo Bloomberg, se recusa a divulgar os dados no Imposto de Renda.

Retorno nas pesquisas

A estratégia de injetar dinheiro na campanha por meio de comerciais parece estar dando frutos para Bloomberg.

Segundo pesquisas realizadas pela Universidade de Quinnipiac, Bloomberg passou de 8% para 15% das intenções de voto de janeiro para fevereiro deste ano.

Em uma disputa “pau a pau” com Donald Trump, o sonho de se tornar presidente parece ainda mais real. A pesquisa informou que ele teria 51% dos votos contra 42% do atual Chefe do Estado.

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Para poder encarar Trump, no entanto, Bloomberg precisa, primeiro, ser o candidato dos Democratas no pleito.

A pesquisa informou que ele ocupa atualmente a terceira posição na corrida, atrás de Bernie Sanders (25%) e Joe Biden (17%). Sanders, inclusive, ficou muito bem colocado nas prévias nos dois primeiros Estado: Iowa e New Hampshire.

 


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