Eleições 2020: MPF foca em abuso de poder e desordem informativa

Tatiane Lima
Jornalista, redatora sênior. Tecnóloga em Recursos Humanos e MBA em Comunicação e Marketing. Apaixonada por empreendedorismo criativo. Atuei nos três setores, com hard news, jornalismo on, off e redação publicitária.
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Crédito: Reprodução Elza Fiúza/Fotos Públicas

Em reunião ontem (2), o procurador-geral eleitoral, Augusto Aras, chefe do Ministério Público Federal (MPF), apresentou um panorama das ações do órgão. Entre os tópicos relevantes na atuação do MPF nas eleições municipais deste ano estão o abuso de poder e desordem informativa, crimes eleitorais e afins.

Assim, a declaração ocorreu ontem (2), em Brasília, durante a abertura de um encontro de procuradores regionais eleitorais. O evento teve início na segunda-feira e se estende até quarta, dia 4. Conforme reportou a Isto É Dinheiro, Aras disse que nas eleições 2020 a demanda de serviço será grande. “Será maior tendo em vista que há previsão de cerca de um milhão de candidatos nos municípios brasileiros”. O processo deve atrair eleitores para a votação em 5.500 municípios no território nacional.

Por isso, a conferência entre Aras e os representantes regionais é importante para o planejamento. De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria-Geral, o objetivo é levantar os desafios que o MP Eleitoral poderá enfrentar nas eleições municipais. Para Aras, “é preciso otimizar a atuação para que ela seja eficiente, econômica e adequada.

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Novas eleições, novas regras

Além disso, o procurador-geral eleitoral explicou que a cada eleição, novas regras eleitorais são definidas. E, diante disso, é preciso debater essas novas normas, assim como as novas percepções sobre elas.”. Ainda esclareceu que existe a “necessidade da unidade de entendimentos, a partir de instruções, para auxiliar a atuação nos Estados”.

Também esteve presente no encontro a corregedora-geral do MPF, Elizeta Maria de Paiva Ramos. Bem como o representante da Associação Nacional do Procuradores da República (ANPR), Franklin Rodrigues da Costa.

Afora o planejamento e a organização eleitoral, os procuradores eleitorais ainda discutem pautas como a credibilidade do sistema de urnas e pesquisas. E também a liberdade de expressão política, abusos nas propagandas eleitorais e a proteção ao patrimônio público nas eleições. LEIA MAIS