Dona da Ambev (ABEV3) está preocupada com taxação de alumínio 

Regiane Medeiros
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Unsplash

Conforme publicado no jornal Valor Econômico, o presidente da AB InBev (multinacional de bebidas e cervejas formada pela fusão da Interbrew com a Ambev), Carlos Brito, está otimista quanto ao futuro da economia global, citando como motivo principal para isso o progresso nos acordos comerciais.

No entanto, Brito revelou que a AB InBev não é tão afetada por acordos comerciais quanto outras indústrias porque a empresa “compra localmente, fabrica localmente e vende localmente.”

O presidente da AB InBev disse ainda que 50% das vendas são feitas para mercados na América, então, com a melhoria econômica no México, o Brasil se saindo melhor e a Colômbia continuando bem, só há motivos para comemorar.

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Por outro lado, quando o assunto são as tarifas sobre o alumínio, não há o que celebrar. Isso porque em 2018, o presidente americano Donald Trump impôs a cobrança de tarifas de 25% sobre as importações de aço e 10% sobre o alumínio da maioria dos países. Brito vê como um imposto adicional essas novas tarifas aplicadas.