Dólar sobe mais uma vez e encerra novembro com alta de 5,77%

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)

O dólar comercial fechou esta sexta-feira (29) em alta. A variação foi de 0,58%. A moeda terminou o dia sendo vendida a R$ 4,241. É o segundo maior valor nominal desde a criação de do real, sem levar em conta a inflação.

A moeda americana encerrou o mês com alta de 5,77%. Foi uma semana em que o dólar teve três dias de cotação com máximas históricas – na segunda (25), terça (26) e quarta (27). O que elevou o valor do dólar, nestes últimos dias, em 1,14%.

Nesta sexta, não houve intervenção do Banco Central. A instituição realizou três leilões para conter o valor do dólar.

De acordo com informações da Agência Brasil, o BC marcou para segunda (2) um leilão para vender um total de US$ 500 milhões.

Estratégias

Na quinta (28), o Banco Central mudou sua estratégia para acalmar a alta do dólar e a decisão parece ter surtido efeito.

O BC anunciou para esta quinta-feira um novo leilão para venda de dólares à vista, em um total de US$ 1 bilhão. A estratégia é diferente da adotada entre terça e quarta, quando a instituição anunciou as operações durante a realização do pregão.

O dólar iniciou o dia já em queda. Às 10h, era comercializado a R$ 4,218, uma queda de 0,39%. Às 11h30, já estava em R$ 4,2399. Ao final do pregão, o dólar encerrou o pregão cotada a R$ 4,21 para venda, após cinco dias de altas e máximas históricas. Foi um valor 1% menor que o registrado nesta quarta, quando o dólar atingiu R$ 4,259.

Na quarta, a moeda encerrou o dia vendida a R$ 4,259, com alta de R$ 0,019 (0,44%).