Dólar retoma subida mas continua no patamar de R$ 4,26

Cláudia Zucare Boscoli
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Reprodução/iStock Photos

O mercado abriu esta quarta-feira (27) atento à atuação do Banco Central (BC) diante da disparada da moeda norte-americana. Nesta terça, o dólar renovou seu valor recorde nominal de R$ 4,26.

Às 9h, a moeda americana recuava 0,18%, cotada a R$ 4,23. Mas às 11h, já alcançava R$ 4,26.

Na terça-feira, 26 de novembro, o dólar chegou a R$ 4,27, sendo a maior cotação já registrada, sem considerar a inflação. O recorde anterior havia registrado R$ 4,24, em 24 de setembro de 2015.

O BC, então, interveio e promoveu um leilão extra para vender dólares à vista. No final do dia, o dólar valia R$ 4,24.

Repercussão da entrevista de Guedes

Alguns especialistas creditam as altas recordes à repercussão da entrevista com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que na segunda (25 de novembro), em Washington, afirmou não estar preocupado com a valorização da moeda.

“O dólar está alto. Qual o problema? Zero. Nem inflação ele está causando. Vamos importar um pouco mais e exportar um pouco menos”, minimizou. E acrescentou que era “bom” o brasileiro se acostumar com juros mais baixos e com o câmbio mais alto “por um bom tempo”.

Atuação do BC para conter alta

O Banco Central (BC) intercedeu na alta do dólar na terça-feira (26), porque o movimento do câmbio estava fora do normal. Esta foi a justificativa dada pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto.

“Entendemos que era um momento em que o câmbio não estava funcional. Fizemos duas intervenções na linha do que temos dito. Se amanhã entendermos que o câmbio brasileiro está descolando do de outros países, vamos voltar a fazer intervenções”, afirmou.

O Banco Central fez leilão de dólar em duas ocasiões para conter a alta do dólar – que chegou ao recorde de R$ 4,27 no decorrer do dia e fechou a R$ 4,24.

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