Dólar fecha em queda no primeiro pregão de dezembro, com atuação do BC

Fernando Augusto Lopes
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Crédito: Divulgação

O dólar comercial fechou o primeiro pregão de dezembro em queda. A moeda americana encerrou esta segunda (2) cotada a R$ 4,2139, o que representa cotação 0,63% mais baixa que a da última sexta (29).

No mês de novembro, a moeda americana acumulou alta de 5,77%. Na última semana do mês, chegou a ser negociada a R$ 4,28, registrando máximas históricas, em valor nominal, desde a criação do real. No ano, a alta é de 8,74% frente à moeda nacional.

A queda foi influenciada por leilões do Banco Central (BC), dados mais fracos nos Estados Unidos e noticiário sobre taxação sobre metais brasileiros comprados pelos EUA.

Outro fator veio da confirmação de que o Banco Central vai corrigir dados do setor externo para mostrar números melhores. O mesmo fará o Ministério da Economia com dados da balança comercial, sinalizando uma oferta maior da moeda no país.

Atuação do Banco Central

A moeda norte-americana passou a cair depois da realização dos leilões do Banco Central. O BC vendeu 9.600 contratos de swap cambial reverso e US$ 480 milhões em moeda spot, de oferta de até 10 mil contratos e US$ 500 milhões, respectivamente.

No fim da semana passada, o BC informou que manteria operações no mercado de câmbio em dezembro para que o lote de swaps cambiais com vencimento em fevereiro de 2020 seja integralmente rolado ou trocado por dólares à vista.

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Números

A dólar voltou aos 4,21 reais, depois de na semana passada ter circulado no patamar dos 4,28 reais, com folga deixando para trás os picos históricos anteriores. Nesta segunda-feira, o dólar à vista fechou em queda de 0,63%, a 4,2139 reais na venda.

Na B3, o contrato de dólar de maior liquidez caía 0,42%, a R$ 4,2245.

No exterior, o índice do dólar contra uma cesta de moedas caía 0,43%, incluindo moedas dos emergentes como o Brasil, assim que indicadores econômicos mais fracos nos EUA apoiavam cenários de juros mais baixos na economia norte-americana, o que pode aumentar a atratividade de ativos emergentes.

Em almoço na Febraban nesta segunda, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçou a mensagem de que a autoridade monetária não vai atuar no mercado de câmbio para chegar a quaisquer patamares específicos para o dólar.

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