35% dos servidores federais se aposentarão até 2030; veja mais destaques

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

A reforma administrativa, que traz entre suas propostas novos tipos de contratos de trabalho, tem se mostrado urgente diante da previsão de que, até 2030, 35% dos servidores federais irão se aposentar. Os números são de um levantamento fechado do Ministério da Economia obtido pelo jornal O Globo.

A gestão federal estará diante de um desafio de manter os serviços públicos em um cenário de contenção fiscal e com redução de pessoal. Nos últimos meses, a saída significativa de servidores para aposentadoria de órgãos como o INSS e IBGE já gerou um gargalo no atendimento e na realização de pesquisas.

Perdão a dívidas das igrejas 

O presidente Jair Bolsonaro tem até o dia 11 de setembro pata vetar ou não um projeto aprovado pelo Congresso que anula dívidas tributárias e multas da receita Federal a igrejas. O valor é estimado em R$ 1 bilhão, de acordo com o Estadão. O perdão foi incluído a um projeto por meio de uma emenda e acabou aprovado, apesar da posição contrária do relator.

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Executivos otimistas com faturamento

Uma pesquisa realizada pela consultoria KPMG e publicada pelo Estadão, revela que, apesar da queda do Produto Interno Bruto (PIB), 35% dos executivos estimam que haverá alta no faturamento este ano. Em junho e julho, 12% acreditavam que o faturamento poderia crescer até 10% em 2020; 17% apostavam em crescimento de 10% a 25%; e 6% apostavam em crescimento superior a 25% da receita.

Em abril e maio, 8% apostavam em crescimento de 10% a 25%, mas apenas 3% em crescimento superior a 25%.

Custo de impressão

O Senado Federal irá fazer uma licitação para contratar serviços de impressão que tem um custo estimado de R$ 24 milhões por um contrato de quatro anos. O serviço a ser prestado se refere a diversos tipos de papéis usados na Câmara e no Senado. Estão incluídos aí desde documentos até livros, livretos, folders, cartazes, panfletos, informou a coluna de Lauro Jardim.

Lava-Jato teme derrotas em série no STF

Na análise do Ministério Público Federal, com a aposentadoria do ministro Celso de Mello do Superior Tribunal Federal (STF) e a provável chegada de Dias Toffoli à segunda turma, que avalia os casos da Lava Jato, a força-tarefa tende a sofrer derrotas em série a partir de agora, afirma a Folha. Isto porque Toffoli tende a formar maioria com Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, que se posicionam contrários ao trabalho dos procuradores.

Bancos digitais miram em crianças e adolescentes

Com a obrigatoriedade do ensino financeiro nas escolas, crianças e adolescentes passaram a ser foco dos bancos digitais, que agora lançam produtos exclusivos para estes públicos.

É o caso do Next, do Bradesco, que lançou conta em parceria com a Disney. Em três dias, o banco teve 60 mil solicitações de abertura de conta. O banco Inter teve 16,5 mil contas abertas no primeiro mês de sua conta kids.

Segunda onda de Covid parece improvável

De acordo com a Folha, uma segunda onda de Covid-19 se mostra cada vez mais improvável. Pela análise das curvas de óbitos, a tendência é que ocorra aumento de mortes em regiões menos atingidas inicialmente. A tendência é a mesma na Europa, nos EUA e no Brasil, onde o isolamento social está cada vez menor.

Esper Kallás, infectologista e professor da USP, afirma que dificilmente haverá aumento significativo de mortes nos locais já bastante afetados. “Estamos diante de uma epidemia que tem a característica de uma onda única”, afirmou ao jornal.

No entanto, todos os especialistas consultados reforçam a necessidade das medidas preventivas continuarem a ser adotadas pela população.

Atualização Covid-19

O Brasil chegou no domingo (6) a 126.686 mortes e 4.137.606 casos confirmados de coronavírus, segundo o consórcio de veículos de imprensa. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos sete dias foi de 827 óbitos, uma queda de 15% em relação aos dados registrados há 14 dias.